In My Favorite Darkness
Laying in fields of beauty
Watching skies movement
Escape from visions of purity
An obsolete requiem of decay
All our fragile love, so luscious and snug
So narcotic an false, a tragic abuse of trust
Harmonize this bleeding desire with sweet agonies tears
Perpetual sensuality in a denaturalised variety
Heinously breeding passion
For a so lethargic life
Is this what I boast?
An overture of hate!
A deceiving shade
Of my final arising
Expendable satisfaction
Is that what I have to esteem?
Silent articulation
So speechless these disruptions
Fascinated by this broken heartbeat
Mystify my cold obscuration
For my vigorous elusion
Reality is what I'll rule
Obnoxious eloquence of weakness
I'm the lord of virtuality
Devine sunrise elegicates
So as I will wait at the gates of eternity
Longing for my favourite darkness
Breaking the chains of convention
Na Minha Escuridão Favorita
Deitado em campos de beleza
Observando o movimento do céu
Fugindo das visões de pureza
Um réquiem obsoleto de decadência
Todo o nosso amor frágil, tão suculento e aconchegante
Tão narcótico e falso, um trágico abuso de confiança
Harmonize esse desejo sangrento com lágrimas de doces agonias
Sensualidade perpétua em uma variedade desnaturalizada
Horrivelmente gerando paixão
Para uma vida tão letárgica
É isso que eu me gabo?
Uma abertura de ódio!
Uma sombra enganadora
Do meu último surgimento
Satisfação descartável
É isso que eu tenho que valorizar?
Articulação silenciosa
Tão sem palavras essas interrupções
Fascinado por esse coração partido
Mistifica minha obscuridade fria
Para minha vigorosa ilusão
A realidade é o que eu vou dominar
Eloquência obnoxiosa da fraqueza
Sou o senhor da virtualidade
A elegância do divino amanhecer
Assim como eu esperarei nas portas da eternidade
Ansiando pela minha escuridão favorita
Quebrando as correntes da convenção