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Letra

    À janela do meu quarto vejo Lisboa
    Olho a ponte, os barcos a passar
    O Tejo que outrora foi orgulho
    De um Portugal que eu sempre quis amar

    Vê minha queridas aquelas luzes
    São gente muito triste a atravessar
    Ao peito vão pendendo as mesmas cruzes
    Em corpos difíceis de as suportar

    Encosta a tua cara, às minhas mãos
    Tu serás, a mãe das minhas filhas
    Num país onde todos seremos irmãos
    Esperaremos a vinda de novas quilhas

    E então juntos sem sofrer
    Abriremos o futuro, de mão dadas
    O nosso coração já sem doer
    Chorará as águas já cansadas

    Encosta a tua cara, às minhas mãos
    Tu serás, a mãe das minhas filhas
    Num país onde todos seremos irmãos
    Esperaremos a vinda de novas quilhas

    Composição: Gonçalo da Câmara Pereira. Essa informação está errada? Nos avise.

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