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Meridiano Psicótropico

Gordo Sarkasmus

Meridiano Psicótropico

Mi idiosincrasia de indios sin Dios
Tu rap con rimas en gerundio ya se hundió
Mirando se salvó, se perdió sin decir a adiós
Y reina el odio que se lee en los labios del que no se despidió
Hasta que los años me roben mi cuerpo de joven
Y me llegue la sordera de Beethoven
Sigo componiendo sinfonías o es que no ven
Yo no mato el tiempo el tiempo me mata no me estorbe
Subiendo escalones de verdad
No nosotros ni en los radio suena en los comunes no nosotros
No hay poses las voces no salen en la foto
Si son elecciones saquen la basura que ahí si boto
Este y sus secuaces locuaces
De sus frases incapaces que me encajan en compaces
Si no saben lo que hacen es posible que fracasen
Porque no van a truinfar ni aunque Premier les de una base
Sufrimos el azar del meridiano psicotrópico
Fumamos las cosechas de un país narcótico
No es mi culpa que la tierra y las semillas tengan algo casi erótico
Y nazca un cannabis tan exótico
No creo en dogmas ni normas
Me siento raro haciéndolo normal
Para hacerlo mal hay mil formas
No hablés si no te informas
El gordo con lo mínimo no se conforma

Vine para regular a tanto regular en el lugar
Con más locos por figurar
Somos la titular, tenés que espabilar
De a par MOEBIUZ se hizo triangular

Nunca se va acabar
Como Los Niños Buscan su Hogar
Son maldiciones sin canciones que se le anteponen
Al MC sin dones que cuando supone se equivoca
No le alcanza las manos

Pa taparse los ojos, la nariz, los oídos
Cuando debió taparse la boca
Yo fui quien levanto la mucura
Esta rima es el tesoro, el timón, la brújula y la bitácora

Gestores de la estafa llevan de la ráfaga
Son párvulos reos de una mente prófuga
Si llega la depresión, la solución a un tema de ellos
Recordar que de todas maneras los tengo del cuello

Y en su beat yo me cago
Acá somos monstruos de las profundidades
Contra peces de lago
Conozco los de su clase

De pase en pase repiten el discurso
Y con los que le creen hace enlace
Pero pronto se delata, mete la pata
Se vende barata porque su producto es solo envase

Y fracasa es el caso de un idiota en su ocaso
En la casa mientras otro se comió su pedazo y se hizo obeso
Y no hay tregua
Será que su mujer no se depila y canta con pelos en la lengua

Meridiano Psicótropico

Minha idiossincrasia de índios sem Deus
Seu rap com rimas em gerúndio já afundou
Olhando se salvou, se perdeu sem dizer adeus
E reina o ódio que se lê nos lábios daquele que não se despediu
Até que os anos me roubem meu corpo jovem
E me chegue a surdez de Beethoven
Continuo compondo sinfonias ou é que não veem
Eu não mato o tempo, o tempo me mata, não me atrapalhe
Subindo degraus de verdade
Não nós nem no rádio toca nos comuns não nós
Não há poses as vozes não saem na foto
Se são eleições tirem o lixo que aí sim boto
Este e seus sequazes loquazes
De suas frases incapazes que me encaixam em compassos
Se não sabem o que fazem é possível que fracassem
Porque não vão triunfar nem mesmo se Premier lhes der uma base
Sofremos o azar do meridiano psicotrópico
Fumamos as colheitas de um país narcótico
Não é minha culpa que a terra e as sementes tenham algo quase erótico
E nasça um cannabis tão exótico
Não creio em dogmas nem normas
Me sinto estranho fazendo o normal
Para fazer mal há mil formas
Não fale se não se informa
O gordo com o mínimo não se conforma

Vim para regular a tanto regular no lugar
Com mais loucos por figurar
Somos os titulares, você tem que se espertar
De igual para igual MOEBIUZ se fez triangular

Nunca vai acabar
Como as crianças procuram seu lar
São maldições sem canções que se antepõem
Ao MC sem dons que quando supõe se engana
Não lhe alcançam as mãos

Para tapar os olhos, o nariz, os ouvidos
Quando deveria tapar a boca
Eu fui quem levantou a sujeira
Esta rima é o tesouro, o leme, a bússola e a bitácora

Gestores da fraude levam da rajada
São párvulos réus de uma mente fugitiva
Se chega a depressão, a solução é um tema deles
Lembrar que de qualquer maneira os tenho pelo pescoço

E em seu beat eu me cago
Aqui somos monstros das profundezas
Contra peixes de lago
Conheço os de sua classe

De passe em passe repetem o discurso
E com os que acreditam faz enlace
Mas logo se delata, mete a pata
Se vende barata porque seu produto é só embalagem

E fracassa é o caso de um idiota em seu ocaso
Em casa enquanto outro comeu seu pedaço e se fez obeso
E não há trégua
Será que sua mulher não se depila e canta com pelos na língua

Composição: Granuja, Gordo Sarkasmus, Zeta Zeta