Nameless City
Stones... Grey stones under a baking sun...
Silent witnesses of passed away days.
Fine send falling through my fingers,
Like drops of the hot dry tears...
Drowsy silence and only sorrowful
Wind, singing its songs...
just the rustling of sand, its quiet whisper
Low voice of old the Past.
Half-demolished and hid, almost covered with send.
And its name there is not in no most ancient lore.
Nowhere time is mentioned up, when it was full of
life.
When its powerful walls rose in bottomless skies.
I feel the curse, excessive burden,
Which bear these ruins, I feel the fear
Given by it off, repeling me
Away, impressing me by darksome augury.
Here congealed the Past is proceed from each stone
From whatever I'm touch, experiencing awe
Like in endless sleep I'm strolling in the same
Place, where city was rose with its forgotten name.
Stones, grey stones under a baking sun...
Mysteries, which they to keep
Will die with them and let know nothing
'Bout their visions in mortal sleep...
I think, in idle world people forgot their Gods
Sacred altars were profaned...
No, they couldn't die, Gods are immortal
They fell asleep till date...
As if in magic haze, I sea a river named Age
And implacable waves of oblivion are running
Over shores of Life where's a man like a grain
In unstead world with its endless ways.
I see rejected Gods, I feel their curse
Ancient as earth itself the city had lost
Like both the Sun and the Wind destroying the Stones
Exactly time erasing the Memory.
Half-demolished and hid almost covered with send
And its name there is not in no most ancient lore
Like in endless sleep I'm strolling in the same
Place where city was rose with its forgotten name
Forever...
Cidade Sem Nome
Pedras... Pedras cinzas sob um sol escaldante...
Testemunhas silenciosas de dias que se foram.
Areia fina caindo entre meus dedos,
Como gotas de lágrimas quentes e secas...
Silêncio sonolento e apenas a triste
Vento, cantando suas canções...
só o sussurro da areia, seu murmúrio suave
Baixa voz do velho Passado.
Meio demolido e escondido, quase coberto de areia.
E seu nome não está em nenhuma lenda antiga.
Em lugar nenhum o tempo é mencionado, quando estava cheio de
vida.
Quando suas poderosas paredes se erguiam em céus sem fundo.
Sinto a maldição, um fardo excessivo,
Que essas ruínas carregam, sinto o medo
Que isso me dá, repelindo-me
Para longe, impressionando-me com um presságio sombrio.
Aqui o Passado se condensa em cada pedra
De tudo que toco, sentindo admiração
Como em um sono sem fim, estou vagando no mesmo
Lugar, onde a cidade se ergueu com seu nome esquecido.
Pedras, pedras cinzas sob um sol escaldante...
Mistérios que elas guardam
Morrerão com elas e não deixarão nada
Sobre suas visões em sono mortal...
Acho que, neste mundo ocioso, as pessoas esqueceram seus Deuses
Altares sagrados foram profanados...
Não, eles não poderiam morrer, os Deuses são imortais
Eles adormeceram até hoje...
Como se em uma névoa mágica, vejo um rio chamado Tempo
E ondas implacáveis de esquecimento correm
Sobre as margens da Vida, onde um homem é como um grão
Neste mundo instável com seus caminhos sem fim.
Vejo Deuses rejeitados, sinto sua maldição
Antiga como a própria terra, a cidade se perdeu
Como tanto o Sol quanto o Vento destruindo as Pedras
Exatamente o tempo apagando a Memória.
Meio demolido e escondido, quase coberto de areia
E seu nome não está em nenhuma lenda antiga
Como em um sono sem fim, estou vagando no mesmo
Lugar onde a cidade se ergueu com seu nome esquecido
Para sempre...