I Shall Hang Myself
The ceiling of my mind is a banqueting hall
Thousand cockroaches shift on the floor
I had a night in which everything was revealed
Cockroaches comprise a truth I'll never speak
They were there, and knew my name
Don't let me forget
I'm sad, I feel the future is hopeless
I'm bored, I'm guilty and I am being punished
I've lost interest in other people
I cannot make decisions, I can't sleep, I can't think
I cannot love, overcome my lonelyness, my fear, my disgust
I would like to kill myself
In darkness!
Four-forty-eight desparation visits, I shall speak no more
I don't want to die
I've become so depressed by the fact of my mortality
I don't want to live, I don't want to die!
I will drown in disphoria
In the cold black pond of the self
The pit of my immaterial mind
How can I return to form?
Not a life I could countenance
They will love me for that which destroys me
The sword in my dreams
The dust of my thoughts
The sickness that breeds in the folds of my mind
Ask me why!
I shall hang myself (4x)
Sertraline: insomnia worsened
Citalopram: morning tremors
Prozac: weight loss, homicidal thoughts, believes consultant is the Antichrist
Thorazine: slept calmer
My body decompensates, my body flies apart
Like a bird on the wing in a swollen sky
How can I return to form?
My mind is torn away by lightning
As it flies apart from the thunder behind
Four-forty-eight desparation visits
I've become so depress by the fact of my mortality
Warm darkness, which soaks my eyes, I know no sin
The capture, the rapture, the rupture of a soul
Validate me, witness me, see me, love me
My final submission my final defeat
Watch me vanish, watch me vanish, vanish
I'm in my right mind
I can see myself
Eu Vou Me Enforcar
O teto da minha mente é um salão de banquete
Mil baratas se movem pelo chão
Tive uma noite em que tudo foi revelado
Baratas guardam uma verdade que nunca vou falar
Elas estavam lá e sabiam meu nome
Não me deixe esquecer
Estou triste, sinto que o futuro é sem esperança
Estou entediado, me sinto culpado e estou sendo punido
Perdi o interesse nas outras pessoas
Não consigo tomar decisões, não consigo dormir, não consigo pensar
Não consigo amar, superar minha solidão, meu medo, meu nojo
Eu gostaria de me matar
Na escuridão!
Quatro e quarenta e oito, visitas de desespero, não falarei mais
Não quero morrer
Fiquei tão deprimido pela minha mortalidade
Não quero viver, não quero morrer!
Vou me afogar na disforia
No frio lago negro do eu
O abismo da minha mente imaterial
Como posso voltar à forma?
Não é uma vida que eu possa suportar
Eles vão me amar pelo que me destrói
A espada nos meus sonhos
A poeira dos meus pensamentos
A doença que se cria nas dobras da minha mente
Pergunte-me por quê!
Eu vou me enforcar (4x)
Sertralina: insônia piorou
Citalopram: tremores matinais
Prozac: perda de peso, pensamentos homicidas, acredita que o consultor é o Anticristo
Thorazine: dormi mais tranquilo
Meu corpo descompensa, meu corpo se despedaça
Como um pássaro em voo num céu inchado
Como posso voltar à forma?
Minha mente é rasgada por relâmpagos
Enquanto se despedaça com o trovão atrás
Quatro e quarenta e oito, visitas de desespero
Fiquei tão deprimido pela minha mortalidade
Escuridão quente, que encharca meus olhos, não conheço pecado
A captura, o êxtase, a ruptura de uma alma
Valide-me, testemunhe-me, veja-me, ame-me
Minha submissão final, minha derrota final
Veja-me desaparecer, veja-me desaparecer, desaparecer
Estou em minha plena razão
Consigo me ver