
La Virgen de La Macarena
Gregório Barrios
A Virgem de Macarena
La Virgen de La Macarena
À noite, quando me deitoDe noche cuando me acuesto
Eu rezo a virgem de macarenaLe rezo a la virgen de la macarena
E assim sozinho em meu quartoY alli solito en mi cuarto
A virgem santa conto minhas penasA la virgencita le cuento mis penas.
É de coração que peçoY de corazón le pido
Que lembras que eu queiraQue la hembra que yo quiera
Que enquanto no mundo vivaMientras en el mundo viva
Não me seja traiçoeiraNo me sea traicionera.
E minha virgem santa, minha virgem santaY mi virgencita y mi virgencita
Como és tão ciganaComo es tan gitana
Faça que ela me queiraHara que me quiera, hara que me quiera
Esta sevilhanaEsa sevillana.
Estou olhando teus olhosEstoy mirando a sus ojos
Que são duas estrelas cravadas nos meusQue son dos luceros clavaos en los mios
E esta roupa por sua doçuraY ese traje por su hechura
E por teu rosto que me tira o sentidoY por su carita me quita el sentido.
Virgem santa de minh'almaMadrecita de mi alma
Se você tiver a sorteSi yo tuviera la suerte
Que uma devota tão ciganaDe que una hembra tan gitana
Decida crer em mimSe decidiera a creerme.
E se consigo, e se eu consigoY si lo consigo, si lo consigo
Acendi uma velaLe pondre una vela
A minha virgem santaA mi virgencita, a mi virgencita
De MacarenaDe la macarena.



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