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Tempestade e calma

Grupo Brisa Silvestre

Tempestad y calma

Hizo frío en mi piel sin abrigo
Me perdí tantas veces conmigo
Caminé sin saber a dónde ir
Con el alma cansada de huir

Pero en medio del ruido y del dolor
Una voz despertó en mi interior
Aún no termina

Las cicatrices no son derrota
Son la señal de que sigo aquí
Aunque el golpe dolió en la boca
Aún me queda lo que decir
Esta batalla no será en vano
Porque me alzo y ya no me callo

Vi pasar madrugadas sin nombre
Me escondí de mis sombras y el hombre
Que soñaba ya no me miraba
Hasta que mi silencio gritaba

Y si el mundo me quiere rendido
Me levanto de todo lo ido
Aún hay camino

Las cicatrices no me avergüenzan
Me recuerdan por qué estoy de pie
Fui mi guerra, mi escudo y mi tregua
Y aunque duela, volveré a creer
Porque esta historia aún se escribe
Y mi verdad, ya no se inhibe

Las cicatrices no son derrota
Son la señal de que sigo aquí
Aunque el golpe dolió en la boca
Aún me queda lo que decir
Esta batalla no será en vano
Porque me alzo y ya no me callo

Las cicatrices no me avergüenzan
Me recuerdan por qué estoy de pie
Fui mi guerra, mi escudo y mi tregua
Y aunque duela, volveré a creer
Porque esta historia aún se escribe
Y mi verdad, ya no se inhibe

No soy perfecto, pero soy real
Soy tempestad
Y también soy calma

Tempestade e calma

Fez frio na minha pele sem abrigo
Me perdi tantas vezes comigo
Caminhei sem saber pra onde ir
Com a alma cansada de fugir

Mas no meio do barulho e da dor
Uma voz despertou dentro de mim
Ainda não acabou

As cicatrizes não são derrota
São o sinal de que ainda estou aqui
Embora a pancada tenha doído na boca
Ainda tenho o que dizer
Essa batalha não será em vão
Porque me levanto e já não me calo

Vi passar madrugadas sem nome
Me escondi das minhas sombras e do homem
Que sonhava já não me olhava
Até que meu silêncio gritava

E se o mundo quer me ver rendido
Me levanto de tudo que se foi
Ainda há caminho

As cicatrizes não me envergonham
Me lembram porque estou de pé
Fui minha guerra, meu escudo e minha trégua
E mesmo que doa, voltarei a crer
Porque essa história ainda está sendo escrita
E minha verdade, já não se inibe

As cicatrizes não são derrota
São o sinal de que ainda estou aqui
Embora a pancada tenha doído na boca
Ainda tenho o que dizer
Essa batalha não será em vão
Porque me levanto e já não me calo

As cicatrizes não me envergonham
Me lembram porque estou de pé
Fui minha guerra, meu escudo e minha trégua
E mesmo que doa, voltarei a crer
Porque essa história ainda está sendo escrita
E minha verdade, já não se inibe

Não sou perfeito, mas sou real
Sou tempestade
E também sou calma

Composição: Leonardo Montenegro