A lenda da cobra grande
Grupo Terra Viva
De repente o céu escureceu
E um vento forte levantou poeira do chão
Ê vendaval, ê vendaval
Logo o bicharedo se escondeu
Pois a manga d'água começou a cair
Vem temporal, vem temporal
E a boi guaçu que dormia
Com a enchente apareceu
E saiu comendo os olhos
Do bicharedo que morreu
E tantos olhos comeu
Que brilha onde quer que vá
Diz a lenda canta o povo
Cobra luz é boitatá
Diz a lenda canta o povo
Cobra luz é boitatá
Se à noite surge um clarão
A vagar no campo feito assombração
É boitatá, é boitatá
Ê, ê, ê, á
Ê, ê, ê, á
É só se santiguar, que some o boitatá
É só se santiguar, que some o boitatá
É só se santiguar, que some o boitatá
É só se santiguar, que some o boitatá



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