exibições de letras 19

Copacabana

Guardavento

Letra

    Apressados correm na multidão
    Entre as crianças que dormem
    Voadores mantos em preto e branco

    Estranhos e estranhas
    Sepultam uma pluma
    Na eternidade da lama

    Nunca param em abril
    Seus disfarces ninguém viu

    Noite imensa
    As vestes de um rei
    Poesia na corda do tempo se refez
    Cinza tão fina
    Vozes pelo ar
    Cantem agora
    O que a alma pode dar

    Indiferentes olhares
    São letreiros luminosos
    Em uma cidade suja
    Que se cruzam num vagão
    Janelas acesas, desenho abstrato
    Boemia na esquina em sinfonia

    Nunca param em abril
    Seus disfarces ninguém viu

    Mirada envelhecida
    Lá de cima da sacada
    Um solitário pranto
    De tantas madrugadas
    Amantes insensatos
    A tinta da caneta
    O rascunho amassado
    O silêncio da incerteza

    Composição: Anderson Freitas / Humberto Florim. Essa informação está errada? Nos avise.

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