395px

Canção das Pombas e da Flor

Guccini Francesco

Canzone Delle Colombe E Del Fiore

Amore, s'io fossi aria, le tue rondini vorrei,
per guardarmele ogni minuto e farle volare negli occhi miei,
quelle rondini bianche e nere che anche mute dicono tanto:
tutta la gioia di mille sere ed un momento solo di pianto
ed un momento solo di pianto ed un momento solo di pianto
ed un momento solo di pianto...

Amore, mai sarò stanco di bermi tutto il tuo miele,
quando ridi o quando mi parli in me si gonfiano mille vele ;
quando un sogno od un tuo segreto ti fan seria e sembri rubata,
guizzan pesci tra i tuoi due fiori, rivive l' anima mia assetata
rivive l' anima mia assetata, rivive l' anima mia assetata
rivive l' anima mia assetata...

Amore, pensa s'io avessi una torre colombaria
per far posare le tue due colombe stanche di volare in aria,
vederle alzarsi dritte nel cielo e atterrare fra le mie mani
per carezzarle dentro ai miei oggi e baciarle fino a domani
e baciarle fino a domani, e baciarle fino a domani
e baciarle fino a domani...

Amore, nel mio giardino vorrei fiorisse la tua rosa
perchè l' anima mia si perda dove il corpo rinasce e riposa,
quella rosa di primavera sempre rorida di rugiada,
misteriosa come la sera, balenante come una spada
balenante come una spada, balenante come una spada,
balenante come una spada....

Amore, colomba, fiore, amore fragile e forte,
sfrontatezza e pudore, compagna di gioia e sorte,
sapore amaro e dolcezza, con l' arcobaleno fra le dita,
vorrei perdermi nel tuo respiro, vorrei offrirti questa mia vita
vorrei offrirti questa mia vita, vorrei offrirti questa mia vita,
vorrei offrirti questa mia vita...

Canção das Pombas e da Flor

Amor, se eu fosse ar, as tuas andorinhas eu queria,
para me guardá-las a cada minuto e fazê-las voar nos meus olhos,
essas andorinhas brancas e pretas que mesmo mudas dizem tanto:
toda a alegria de mil noites e um momento só de pranto
e um momento só de pranto e um momento só de pranto
e um momento só de pranto...

Amor, nunca vou me cansar de beber todo o teu mel,
quando ris ou quando me falas, em mim se enchem mil velas;
quando um sonho ou um teu segredo te fazem séria e pareces roubada,
peixes pululam entre as tuas duas flores, revive a minha alma sedenta
revive a minha alma sedenta, revive a minha alma sedenta
revive a minha alma sedenta...

Amor, pensa se eu tivesse uma torre de pombas
para fazer pousar as tuas duas pombas cansadas de voar no ar,
ver elas se erguerem retas no céu e aterrissarem entre as minhas mãos
para acariciá-las dentro dos meus dias e beijá-las até amanhã
e beijá-las até amanhã, e beijá-las até amanhã
e beijá-las até amanhã...

Amor, no meu jardim eu queria que florescesse a tua rosa
para que minha alma se perca onde o corpo renasce e repousa,
essa rosa de primavera sempre orvalhada de orvalho,
misteriosa como a noite, reluzente como uma espada
reluzente como uma espada, reluzente como uma espada,
reluzente como uma espada....

Amor, pomba, flor, amor frágil e forte,
ousadia e pudor, companheira de alegria e sorte,
sabor amargo e doçura, com o arco-íris entre os dedos,
queria me perder no teu respirar, queria te oferecer esta minha vida
queria te oferecer esta minha vida, queria te oferecer esta minha vida,
queria te oferecer esta minha vida...

Composição: