São Saruê
Guilherme Cobelo
Quem, pirilampo, vaga-lume
Vem surgindo do negrume
Da noite do outro eu?
Depois que a cerca foi pros ares
Transbordaram os sete mares
E eu desapareceu
De mim mesmo um náufrago
Adeus rocinha!
Chegou a hora da gente não ser
Meu ser tão suposto é de farinha
Da mesma que você
Da mesma que você
Da mesma que você
Viu como brilha a poeira
Ao redor da cumeeira
Do ramo do cipó-pau?
É prana, é Osana, é cardume
Espectral, gama, lume
Prisma, espírito, sinal
Aurora benfazeja propicia anima
A cristalina cera fina do ser
Afunda e sublima Orfeu e a lira
Estreptococos, Lautrèamont, São Saruê
Estreptococos, Lautrèamont, São Saruê
Estreptococos, Lautrèamont, São Saruê
Estreptococos, Lautrèamont, São Saruê



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