Ofiússa (A Terra Das Serpentes)
Receding past their birth
These lands of vast shores
Stood pristine to every man
All but the forgotten ones
Who were these settler's of old?
Of whom ancient greeks have known
Our prelude was almost lost
The first legacy
People of the serpents
Oestreminis
Land of the ophi
My sweet ophiussa
Beyond, beware!
Unknown! the void!
An endless ocean
Tomb for daring trespassers
This primordial soil
Fertile, dynamic, in constant turmoil
Unveils a seed
May it develop, grow,
Expanded by ductile bronze
Absorbed, claims by hungry roots
Maintaining this gaunting obsession
A spring of fire looms, spills ignites
Flames of war and dust
The winter of a kingdom
The story yet to unfold
Our story has to unfold
Esta porta transporta a essência;
Do etéreo, ausência da razão...
Para trás: a eterna vespertina
Sombrio, um vulto de nação
Num rasgo, é alcançado o momento
A passagem p'ra outra dimensão
As serpentes carregam seu portento
O despertar d'ofiússa!
People of the serpents
Oestreminis
Land of the ophi
My sweet ophiussa
Beyond, beware!
Unknown! the void!
An endless ocean
Tomb for daring trespassers
Your grounds have encompassed
Half of our bloodline source
To the south, we'll gather out
All of what remains
The scripts in tartassian
Leads to the cynetes's lore
Or beyond, formation of the serpe real...
People of the serpents
Oestreminis
Land of the ophi
My sweet ophiussa
Beyond, beware!
Unknown! the void!
An endless ocean
Tomb for daring trespassers
Ofiússa (A Terra Das Serpentes)
Recuando além do seu nascimento
Essas terras de vastas praias
Ficaram intocadas para todo homem
Exceto para os esquecidos
Quem eram esses colonizadores de antigamente?
Dos quais os antigos gregos conheciam
Nosso prelúdio estava quase perdido
O primeiro legado
Pessoas das serpentes
Oestreminis
Terra do ophi
Minha doce ofiússa
Além, cuidado!
Desconhecido! o vazio!
Um oceano sem fim
Tumba para os ousados invasores
Esse solo primordial
Fértil, dinâmico, em constante agitação
Revela uma semente
Que possa se desenvolver, crescer,
Expandida por bronze maleável
Absorvida, reivindicada por raízes famintas
Mantendo essa obsessão inquietante
Uma fonte de fogo se aproxima, derrama e acende
Chamas de guerra e poeira
O inverno de um reino
A história ainda por se desenrolar
Nossa história precisa se desenrolar
Esta porta transporta a essência;
Do etéreo, ausência da razão...
Para trás: a eterna vespertina
Sombrio, um vulto de nação
Num rasgo, é alcançado o momento
A passagem para outra dimensão
As serpentes carregam seu portento
O despertar d'ofiússa!
Pessoas das serpentes
Oestreminis
Terra do ophi
Minha doce ofiússa
Além, cuidado!
Desconhecido! o vazio!
Um oceano sem fim
Tumba para os ousados invasores
Teus terrenos englobaram
Metade da nossa fonte de sangue
Para o sul, nos reuniremos
Com tudo que resta
Os escritos em tartassiano
Levavam à lenda dos cynetes
Ou além, formação da serpe real...
Pessoas das serpentes
Oestreminis
Terra do ophi
Minha doce ofiússa
Além, cuidado!
Desconhecido! o vazio!
Um oceano sem fim
Tumba para os ousados invasores