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Kryptonita

Hablando en Plata

Kryptonita

Autenticos hermanos del mal, solo graban discos no demo
Llevan anillos en sus dedos
Usan caros estudios y estan metidos en sellos
Y tienen posters gigantes puestos en el metro, son veneno
Micro de un kilo lloro, llevo un flow que elevo lleno
¿quien me gana? cuatro moscas sobre terciopelo gris vuelan
Alas brillan todos callan huellas de leyenda urbana rara
Rojo profundo giallo, mario bava
En sus cabezas se formaba ya el illpack
Cuatro mentes enfermas segun muchos eran colgados del ala
Sin un futuro que se le acercara, mira ahora
Esta es la mierda que capaz dispara
Borrones mios hacen luna nueva, manos al aire se ruega estar alerta
No hay quien pueda hacerle el puente a este chrysler imperial
Ficciones son mas que ofrendas, mi realidad puede ser muy tragica
Conspiraciones y complots por todas partes hacen que las marque
Ensayo en el espejo como travis bickle strait jacket
Canalizo el hype con solo hacer un asomo asombro
Somos hombre asombro.

[sicario>
En las aceras hay motos aparcadas y papeleras quemadas enteras
Jugamos a canicas con plaquetas cuando fumo
Coloco un aro de humo a urano y hago dos saturnos
Al inferior de mierda hundo
En si mismo bandas siguen sin saber de egocentrismo
El sicario sigue siendo el distinto
Solo a mis amigos les consiento que me hablen mas alto, mas hardcore
Son pocos pero no los cambio, hago que tus dias sean largos
De arriba a abajo rajo al espacio muy despacio
Lo vacio de lugares y mundos desconocidos escasos de realidad
Me fio de esta identidad mia, a ti el rap me envia
Hoy vi a tu envidia, guia bien a tu familia
Y de sus vidas se vigia, un consejo: nunca pies de gente desconocida
Que pueden haber espias, y tendras que llevar siempre escoltas de policia.

[rayka>
Bajo luz de luna buscamos vacunas y salida a nuestras ataduras
A la realidad cruda, suma y suda, son historias oscuras
Relatos en rap que evaluan con grandes notas y acentuan
Cada r, cada a, cada p, como si fuese la ultima vez que viesen un amanecer
Mi rap crece, mi rap hace soñar
Mi rap ofende, mi rap vomita, mi rap es de kryptonita
En estudio analogico o digital la imaginacion se dispara
Mis pies tocan tierra, mientras vuelo entre pistas
Notas, caricias, valvulas, suma y suda
El mundo gira, yo soy suicida en poesia
En la vida real intento no fallar
Es dura, la piel para ella es de cristal
La muerte es tragica, yo me evado en historias fantasticas
En misterios me sumerjo con alevosia
Mi mafia entre sueños, a tintas negras
Sobre papeles blancos o en papiros, te guian.

[capaz>
Aprende a rapear antes que nada aficionado
Ten tu disco original que vale igual que entrar dos veces en un local
Y vernos actuar en directo, aprendelo corriendo maquetero
Complots organizados con nosotros ni en sueños
Un antes y un despues de nuestro primer album hubo
Enseñamos a cantar a algunos, fue simple
Directo al mercado, nuevo disco sin single y tal
Al mirarnos te hacemos sentir especial, pasad al hall
El roll de lo fatal, somos tu hope, ei hoe
Hip hop crucial, es oficial, no hay filial
Seguid sacando referencias absurdas
Con los dedos en el aire os daran largas.

Kryptonita

Autênticos irmãos do mal, só gravam discos, não demos
Usam anéis nos dedos
Fazem gravações caras e estão metidos em selos
E têm pôsteres gigantes colados no metrô, são veneno
Microfone de um quilo, choro, trago um flow que elevo cheio
Quem me ganha? Quatro moscas sobre veludo cinza voam
Asas brilham, todos calam, marcas de uma lenda urbana rara
Vermelho profundo, amarelo, Mario Bava
Em suas cabeças já se formava o illpack
Quatro mentes doentes, segundo muitos, eram pendurados na asa
Sem um futuro que se aproximasse, olha agora
Essa é a merda que pode disparar
Rascunhos meus fazem lua nova, mãos ao ar, reza pra estar alerta
Não há quem consiga fazer a ponte pra esse chrysler imperial
Ficções são mais que oferendas, minha realidade pode ser muito trágica
Conspirações e complôs por toda parte fazem com que as marque
Ensaios no espelho como Travis Bickle em jaqueta de força
Canalizo o hype com só um olhar de espanto
Somos homens espanto.

[sicário>
Nas calçadas há motos estacionadas e lixeiras queimadas inteiras
Brincamos de bolinha de gude com plaquetas quando fumo
Coloco um aro de fumaça em Urano e faço dois Saturnos
Afundo o inferior de merda
Em si mesmo, bandas seguem sem saber de egocentrismo
O sicário continua sendo o diferente
Só aos meus amigos eu permito que falem mais alto, mais hardcore
São poucos, mas não os troco, faço seus dias serem longos
De cima a baixo, corto o espaço bem devagar
O vazio de lugares e mundos desconhecidos escassos de realidade
Confio nessa minha identidade, pra você o rap me envia
Hoje vi sua inveja, guia bem sua família
E de suas vidas se vigia, um conselho: nunca confie em gente desconhecida
Pois podem haver espiões, e você terá que levar sempre escoltas de polícia.

[rayka>
Sob a luz da lua, buscamos vacinas e saídas para nossas amarras
Para a realidade crua, soma e sua, são histórias escuras
Relatos em rap que avaliam com grandes notas e acentuam
Cada r, cada a, cada p, como se fosse a última vez que vissem um amanhecer
Meu rap cresce, meu rap faz sonhar
Meu rap ofende, meu rap vomita, meu rap é de kryptonita
Em estúdio analógico ou digital, a imaginação dispara
Meus pés tocam o chão, enquanto voo entre as pistas
Notas, carícias, válvulas, soma e sua
O mundo gira, eu sou suicida em poesia
Na vida real, tento não falhar
É dura, a pele pra ela é de cristal
A morte é trágica, eu me evado em histórias fantásticas
Em mistérios me mergulho com alevosia
Minha máfia entre sonhos, a tintas negras
Sobre papéis brancos ou em papiros, te guiam.

[capaz>
Aprenda a rimar antes de tudo, aficionado
Tenha seu disco original que vale igual a entrar duas vezes em um local
E nos ver atuar ao vivo, aprenda correndo, maquetero
Complots organizados com a gente, nem em sonhos
Um antes e um depois do nosso primeiro álbum houve
Ensinamos a cantar a alguns, foi simples
Direto pro mercado, novo disco sem single e tal
Ao nos olhar, te fazemos sentir especial, passem pro hall
O rolê do fatal, somos sua esperança, ei hoe
Hip hop crucial, é oficial, não há filial
Continuem tirando referências absurdas
Com os dedos no ar, vão te dar longas.

Composição: