Angstcraftwerk
Anguish brings this night through the light
Magick unknown of esoterian might
Through the spells of the black
I cast upon
This heaving earth
Of ablazing misery
As this night becomes midnight
Lunacy and dementia transforms in the clouds
This darkened moon grieving in panic and fear
Of this trance of darkcraft spelled
Theres no colour through dark of this night
As this evoking of the black
The unholy one
I preach in opacity
Towards the fear of god
Of this useless fools
As humans conceived
through the mundane ecstasy to worship him
Within drugs as this human realm of the absurd
Feast into angst ante anguish to this work
Of the night to self destruct and beyond
The living spells
That towards the night and far beyond deceives
And fortuites in darkness untold
Magic so dark as night
Between witchcraft
Works of doom on earth ablaze
The castings at the alchimia of the none
Brings wisdom of untranquil anxiety
To shape the vistas of cosmos and within
Through the most absurd
And obscure darkness
The gleams of the most darknight moon
Brights magically
Between shadows
Forlorn now forever the evil in the night
Its spreaded in this nightcraft form
Vermin the air in plagues from unknown
Pest those flesh in earth never known
Anguish of despair within the trance of the night
Fevered into this malpractices of the earth
Angered gardens of darkness unveils
This unfathomed obscure opening of the gates
Trabalho da Angústia
A angústia traz esta noite através da luz
Magia desconhecida do poder esotérico
Através dos feitiços do negro
Eu lanço sobre
Esta terra agitada
De miséria ardente
À medida que esta noite se torna meia-noite
Loucura e demência se transformam nas nuvens
Esta lua sombria chorando em pânico e medo
Deste transe de magia negra
Não há cor na escuridão desta noite
À medida que este chamado do negro
O profano
Eu prego na opacidade
Em direção ao medo de Deus
Desses tolos inúteis
Como humanos concebidos
Através da ecstasy mundana para adorá-lo
Dentro das drogas como este reino humano do absurdo
Festa na angústia ante a dor para este trabalho
Da noite para a autodestruição e além
Os feitiços vivos
Que em direção à noite e além enganam
E fortuitos na escuridão não contada
Magia tão escura quanto a noite
Entre a feitiçaria
Obras de ruína na terra em chamas
Os lançamentos na alquimia do nada
Trazem sabedoria da ansiedade inquieta
Para moldar as vistas do cosmos e dentro
Através do mais absurdo
E obscuro escuro
Os brilhos da lua mais escura da noite
Brilham magicamente
Entre sombras
Desolado agora para sempre o mal na noite
Está espalhado nesta forma de trabalho noturno
Pragas no ar de pestes desconhecidas
Peste essa carne na terra nunca conhecida
Angústia do desespero dentro do transe da noite
Febril nessas más práticas da terra
Jardins enfurecidos de escuridão revelam
Esta abertura obscura insondável dos portões