Vanidad
Tus labios blancos
No me dicen nada
Secos y amargos
Viejo cauce sin agua
Sombras inquietas
De aquella historia sin hadas
Sobreviviendo en el silencio
Vienes sin amor, con dolor, sin pasión
Manos abiertas
Pero que nunca tocaron casi nada
Quieres traerme tu habitual
Libreto sin amor, con dolor, sin pasión, sin esperanza
Rosa de invierno
Tus pétalos matan
Brindas tu néctar de fuego
Sembrando duda
Vanidad, complicidad
Nunca tendrás final
Vanidad, no detendrás mis sueños
Vanidad, complicidad
Nunca tendrás final
Vanidad, no detendrás mis sueños
Abrazos sueltos
Resbalan suave por mi cuerpo
Sonriendo alucinas
Que has vencido en este juego
Tu voz no me inspira
Se ha perdido con el viento
Mientras palabras sin sentido
Pasan sin amor, con dolor, sin pasión
Tu tiempo se ha ido
Eres historia ya contada
Solo ha quedado tu triste recuerdo
Sin valor, sin amor, sin confianza, tu dolor
Vanidad, complicidad
Nunca tendrás final
Vanidad
No detendrás mis sueños
Vanidad, complicidad
Nunca tendrás final
Vanidad
No detendrás mis sueños
Vaidade
Teus lábios brancos
Não me dizem nada
Secos e amargos
Velho leito sem água
Sombras inquietas
Dessa história sem fadas
Sobrevivendo no silêncio
Vens sem amor, com dor, sem paixão
Mãos abertas
Mas que nunca tocaram quase nada
Queres me trazer teu habitual
Roteiro sem amor, com dor, sem paixão, sem esperança
Rosa de inverno
Teus pétalos matam
Ofereces teu néctar de fogo
Sembrando dúvida
Vaidade, cumplicidade
Nunca terás fim
Vaidade, não pararás meus sonhos
Vaidade, cumplicidade
Nunca terás fim
Vaidade, não pararás meus sonhos
Abraços soltos
Deslizam suaves pelo meu corpo
Sorrindo, alucinas
Que venceste neste jogo
Tua voz não me inspira
Perdeu-se com o vento
Enquanto palavras sem sentido
Passam sem amor, com dor, sem paixão
Teu tempo se foi
És história já contada
Só ficou tua triste lembrança
Sem valor, sem amor, sem confiança, tua dor
Vaidade, cumplicidade
Nunca terás fim
Vaidade
Não pararás meus sonhos
Vaidade, cumplicidade
Nunca terás fim
Vaidade
Não pararás meus sonhos