Ahnengrab
Eistrollheim, schneidender Grat
Still steht der Fluß, tief unten die Schlange nagt
Am Wurzelarm Mimameids
Ein Brunnenquell gespeist vom Urzeiteis
Ein Riese trinket einsam
Mimir, Hüter des alten Born
Wissen aus längst vergangenen Zeiten
Zug um Zug leeret das Horn
Die Raben sangen vom weisen Troll
Rastlos, thronend, plagend
In der Ferne sah der Suchende
Quere das Tal der Steine über Kamm und Steig
Hin zur Quelle, die den Zweifel niemals siegt
Einen Pfand fordert der Wächter
Dürstender As' teilt das Augenlicht
Gehe nordwärts, der Winter kennt den Weg
Zurück zur Wurzel wo der Brunnen steht
Du bist ein Teil, gewahre der Ahnen Grab
Entdecke das Opfer, das der Ase gab
Túmulo dos Antepassados
Eistrollheim, crista cortante
Parado está o rio, lá embaixo a cobra se alimenta
No braço da raiz de Mimameid
Uma fonte brota, alimentada pelo gelo primordial
Um gigante bebe sozinho
Mimir, guardião da fonte antiga
Sabedoria de tempos passados
Gole a gole esvazia o chifre
Os corvos cantavam sobre o sábio troll
Incessante, trono, atormentando
Ao longe, o buscador avistou
Corta o vale das pedras, subindo e descendo
Rumo à fonte, que nunca cede ao dúvida
Um tributo exige o guardião
O As' sedento divide a visão
Vá para o norte, o inverno conhece o caminho
De volta à raiz onde a fonte está
Você é parte, guarda o túmulo dos antepassados
Descubra o sacrifício que o Ase deu