Tradução gerada automaticamente
Brudt Stilhed
Hard Venom
Brudt Stilhed
Evoke the nightspirits,
Burn the flesh on sacrificial ground,
For we, the fallen, hath arrived
At the gates of a new domination.
Through fire to walk
And leave a burning path
For the ghosts of the past
To witness.
The black veil veil of wintry night
Blows asunder in the violent storm,
In which many a foul creature
Has left for the majestic mountains.
Oh, why art thou so strong?
My dearest keeper of
Jaded hearts and deathly stillness
Where I breathe, silently.
The concerto of dawn hath arrived,
Hence the music begins.
The cold hard slash of the violin
Wrenches apart flesh within murderous hymns.
As now we lie still
The tortued edge of the deep
And we wonder.
Needed rest eludes capture
As the night draws in,
And the fires burn on
As if winds threatened not.
Dance 'neath the stars,
And breathe deep the sense
Of everlasting stillness
Within the bounds of eternity.
For we laugh and cry,
But never forget
The shallow pools
In which the night
Was forever shattered
By the tidal force
That lashed out
And destroyed many.
Stå nu op,
Og stå front mod skyggerne
Som for altid styrer livet
For de uforberedte fjender.
I livet og i døden,
Mens vi prøver a leve i fred;
Stilheden bliver brudt
Og slagterierne bliver begynder.
Now rise up,
And take arms against the shadows
That forever dictate the lives
Of unsuspecting foes.
In life and death,
As we try to live in peace;
The serenity is broken
And the slaughter begins...
Silêncio Quebrado
Evocar os espíritos da noite,
Queimar a carne no solo sacrificial,
Pois nós, os caídos, chegamos
Às portas de uma nova dominação.
Através do fogo para caminhar
E deixar um caminho ardente
Para os fantasmas do passado
Testemunharem.
O véu negro da noite invernal
Sopra em meio à tempestade violenta,
Na qual muitas criaturas repugnantes
Partiram para as majestosas montanhas.
Oh, por que és tão forte?
Meu querido guardião de
Corações desgastados e silêncio mortal
Onde respiro, silenciosamente.
O concerto da aurora chegou,
Portanto, a música começa.
O corte frio e duro do violino
Desgarra a carne em hinos assassinos.
Agora que jazemos imóveis
Na tortuosa borda do profundo
E nos perguntamos.
O descanso necessário escapa
Enquanto a noite se aproxima,
E as chamas continuam a arder
Como se os ventos não ameaçassem.
Dance sob as estrelas,
E respire fundo a sensação
De um silêncio eterno
Dentro dos limites da eternidade.
Pois rimos e choramos,
Mas nunca esquecemos
As poças rasas
Nas quais a noite
Foi para sempre despedaçada
Pela força da maré
Que se lançou
E destruiu muitos.
Levantem-se agora,
E enfrentem as sombras
Que para sempre ditam as vidas
Dos inimigos desprevenidos.
Na vida e na morte,
Enquanto tentamos viver em paz;
A serenidade é quebrada
E o massacre começa...



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