Nineteen Forty Eight
The lemmings push their pens and rush
In hoards of crashing stupor
Towards the farms of Babylon
To scramble mother nature
Where unrelenting drudgery
Is all there is to nurture
And life and death are by consent
And love is for oppression
Welcome to my nightmare
It's the one in which I always press the button
A million tons of printed shit
Come through my door each day
Up to my dick, around my neck
I can't even throw it away
Bills for my shirt, receipts for my soul
With only a momenty to pay
Before the thud of the future
Gives me the shakes
Welcome to my nightmare
It's the one in which I always burn the cakes
In 1649
Just as I light the loaded fire
A space invander lands
It's full of cops and bureaucrats
With bouquets of final demands
And I see my life flash before me again
Slipping through my hands
As the sound of harvest closes in
Swooping - reaping
Welcome to my nightmare
It's the one in which I walk when I'm not sleeping
In thirteen twenty four
The one we've all been waiting for
Nineteen eighty-four
There's a little man left to hold the can
He don't know how and his only plan
Is everlasting life
He beats the street with his plates of meat
In the sandwhich board of his final retreat
Bellowing goodbye
Everyone sees and nobody shares
Everyone knows its the truth that he bears
That the end is nigh
And he stands against the rails at Oxford Circus
Leafleting the souls who keep this pace
That gathers speed and calls itself
The human race
And shadows fight with men of straw
In pockets of derision
While mother checks up on the stars
Denies her intuition
And sends young Julia to school
To learn an empty vision
That's full of paper tiger rats
To pass to her own children
Welcome to my nightmare
I'm the father, son and whole polluted system
In nineteen eighty-four
Nineteen eighty-four
Nineteen eighty-four
The one we've all been longing for
Nineteen eighty-four
Mil Novecentos e Quarenta e Oito
Os lemingues empurram suas canetas e correm
Em hordas de estupor colapsante
Em direção às fazendas da Babilônia
Para bagunçar a mãe natureza
Onde a labuta incessante
É tudo o que há para nutrir
E a vida e a morte são por consentimento
E o amor é para opressão
Bem-vindo ao meu pesadelo
É aquele em que eu sempre aperto o botão
Um milhão de toneladas de merda impressa
Entram pela minha porta a cada dia
Até meu pau, em volta do meu pescoço
Eu não consigo nem jogar fora
Contas pela minha camisa, recibos pela minha alma
Com apenas um momento para pagar
Antes do baque do futuro
Me deixar tremendo
Bem-vindo ao meu pesadelo
É aquele em que eu sempre queimo os bolos
Em mil seiscentos e quarenta e nove
Assim que acendo o fogo carregado
Um invasor espacial pousa
Está cheio de policiais e burocratas
Com buquês de exigências finais
E eu vejo minha vida passar diante de mim de novo
Escorregando pelas minhas mãos
Enquanto o som da colheita se aproxima
Vindo - ceifando
Bem-vindo ao meu pesadelo
É aquele em que eu ando quando não estou dormindo
Em mil duzentos e vinte e quatro
Aquele que todos nós estávamos esperando
Mil novecentos e oitenta e quatro
Tem um homenzinho que ficou para segurar a lata
Ele não sabe como e seu único plano
É a vida eterna
Ele bate a rua com suas carnes de boi
No quadro de sanduíche de seu retiro final
Berrou um adeus
Todo mundo vê e ninguém compartilha
Todo mundo sabe que é a verdade que ele carrega
Que o fim está próximo
E ele se posiciona contra os trilhos em Oxford Circus
Distribuindo panfletos para as almas que mantêm esse ritmo
Que ganha velocidade e se chama
A raça humana
E sombras lutam com homens de palha
Em bolsos de desdém
Enquanto a mãe confere as estrelas
Negando sua intuição
E manda a jovem Julia para a escola
Aprender uma visão vazia
Que está cheia de ratos de papel tigre
Para passar para seus próprios filhos
Bem-vindo ao meu pesadelo
Sou o pai, o filho e todo o sistema poluído
Em mil novecentos e oitenta e quatro
Mil novecentos e oitenta e quatro
Mil novecentos e oitenta e quatro
Aquele que todos nós estávamos desejando
Mil novecentos e oitenta e quatro