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Letra

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K.

Es ist ein Kommen und kein Gehen
in der Strafkolonie
man kann hier allerhand erfahren
nur die Anklage nie

Ein Tunnelreich von Korridoren
untergräbt unser Land
mit den Porträts von blassen Diktatoren
und trocknem Blut an der Wand

In Gottes Menschentierversuch
sind tausend Jahre nur ein Tag
doch einer führt das Protokoll
Franz Kafka
das Rätsel aus Prag

Der Morgen graut du bist verwandelt
in ein plumpes Insekt
du kriechst in Ritzen und du kostest
wie dein Fußboden schmeckt

Die Scham ist heiß und unerträglich
und der Türhüter lacht
denn er hat weder die Gesetze
noch dir Hoffnung gemacht

Du bist zu scheu für jede Frau
wenn man sie nur von weitem mag
denn aus der Nähe wird monströs
Franz Kafka
das Rätsel von Prag

Seine Bilder sind scharf geschliffne Äxte
unsre Herzen nur ein zugefrornes Meer
aus den Rissen seiner Schläge sprudeln Texte
manche kommen von Der-Teufel-weiß-woher
er hat das Schloß gefunden
ein Leben lang umkreist
fast wär ihm dabei selber noch das Herz vereist
wer kam schon wie er dem Verhängnis nah
so verzweifelt wie der Landvermesser K.

O Vater überlebensgroß
dein Urteil riß mein Herz heraus
wenn Gott Verachtung zeigen will
sieht er wie dieser Kaufmann aus
ich hab dich immer nur geliebt
du hast gewollt daß ich ertrank
ich hab bereut daß es mich gibt
du hast gewinkt als ich versank

Verbrenne jedes Blatt Papier
Max sei so gut ich fleh dich an
ich kann nur dann in Frieden fort
wenn ich mich drauf verlassen kann
es ist zwar jede Zeile wahr
doch davon wird die Welt nicht gut
ich geh vor Ausbruch der Gefahr
nach mir ein Ozean von Blut

Bleib Milena
bleib Milena

Nie klang die blonde Mutter Sprache
so entrückt wie bei ihm
ein böhmisch depressiver Jude
mit den Worten intim

Wenn er in nächtlich später Runde
die Parabeln verlas
war sein Gelächter legendär
sein abgrundschauriger Spaß

Er hat die Schienen schon geahnt
an deren Ende Auschwitz lag
er schrieb dem Faust sein Schibboleth
Franz Kafka
das Rätsel aus Prag

Seine Bilder sind scharf geschliffne Äxte
unsre Herzen nur ein zugefrornes Meer
aus den Rissen seiner Schläge sprudeln Texte
manche kommen von Der-Teufel-weiß-woher
er hat das Schloß gefunden
ein Leben lang umkreist
fast wär ihm dabei selber noch das Herz vereist
wer kam schon wie er dem Verhängnis nah
so verzweifelt wie der Landvermesser K.

K.

É um vir e não um ir
na colônia penal
aqui dá pra aprender de tudo
só a acusação nunca

Um reino de túneis e corredores
minam nossa terra
com retratos de ditadores pálidos
e sangue seco na parede

No experimento humano de Deus
mil anos são só um dia
mas alguém faz o protocolo
Franz Kafka
o enigma de Praga

A manhã clareia, você se transforma
num inseto desajeitado
você rasteja nas frestas e prova
como é o gosto do seu chão

A vergonha é quente e insuportável
e o porteiro ri
pois ele não tem as leis
nem te deu esperança

Você é tímido demais para qualquer mulher
quando se gosta só de longe
pois de perto fica monstruoso
Franz Kafka
o enigma de Praga

Suas imagens são machados bem afiados
nossos corações, um mar congelado
dos rasgos de seus golpes brotam textos
alguns vêm de Onde-o-diabo-sabe

ele encontrou o castelo
uma vida inteira orbitando
quase seu próprio coração congelou
quem já chegou tão perto do destino

tão desesperado quanto o agrimensor K.

Ó pai, figura colossal
tua sentença arrancou meu coração
quando Deus quer mostrar desprezo
ele se parece com esse comerciante

eu sempre te amei
você quis que eu me afogasse
me arrependi de existir
você acenou quando eu afundei

Queime cada folha de papel
Max, por favor, eu imploro
só poderei partir em paz
se eu puder confiar nisso

cada linha é verdadeira
mas isso não vai fazer o mundo melhor
vou embora antes do perigo
depois de mim, um oceano de sangue

Fique, Milena
fique, Milena

Nunca a língua materna soou
tão extasiada como com ele
um judeu bôhemio depressivo
com palavras íntimas

Quando ele, em rodadas noturnas
lê as parábolas
sua risada era lendária
sua diversão abissal

Ele já pressentia os trilhos
cujo fim era Auschwitz
escreveu seu Schibboleth para o Fausto
Franz Kafka
o enigma de Praga

Suas imagens são machados bem afiados
nossos corações, um mar congelado
os rasgos de seus golpes brotam textos
alguns vêm de Onde-o-diabo-sabe

ele encontrou o castelo
uma vida inteira orbitando
quase seu próprio coração congelou
quem já chegou tão perto do destino

tão desesperado quanto o agrimensor K.

Composição: Heinz Rudolf Kunze / Matthias Ulmer. Essa informação está errada? Nos avise.

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