
A Batucada Dos Nossos Tantãs / Tá Escrito / Ô Irene / Cadê Ioiô / Vai Lá, Vai Lá
Heitor Presser
Samba
A gente não perde o prazer de cantar
E fazem de tudo pra silenciar
A batucada dos nossos tantãs
No seu ecoar, o samba se refez
Seu canto se faz reluzir
Podemos sorrir outra vez
Samba
Eterno delírio do compositor
Que nasce da alma, sem pele, sem cor
Com simplicidade, não sendo vulgar
Fazendo da nossa alegria seu habitat natural
O samba floresce no fundo do nosso quintal
Este samba é pra você
Que vive a falar, a criticar
Querendo esnobar, querendo acabar
Com a nossa cultura popular
É bonito de se ver
O samba correr pro lado de lá
Fronteira não há pra nos impedir
Você não samba, mas tem que aplaudir
Samba
A gente não perde o prazer de cantar
E fazem de tudo pra silenciar
A batucada dos nossos tantãs
Quem cultiva a semente do amor
Segue em frente e não se apavora
Se na vida encontrar dissabor
Vai saber esperar a sua hora
Quem cultiva a semente do amor
Segue em frente e não se apavora
Se na vida encontrar dissabor
Vai saber esperar a sua hora
Às vezes a felicidade demora a chegar
Aí é que a gente não pode deixar de sonhar
Guerreiro não foge da luta e não pode correr
Ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer
É dia de Sol, mas o tempo pode fechar
A chuva só vem quando tem que molhar
Na vida é preciso aprender, se colhe o bem que plantar
É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar
Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé
Manda essa tristeza embora
Basta acreditar que um novo dia vai raiar
Sua hora vai chegar
Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé
Manda essa tristeza embora (manda essa tristeza embora)
Basta acreditar que um novo dia vai raiar
Sua hora vai chegar
Ô Irene
Ô Irene
Ô Irene
Ô Irene
Vai buscar o querosene
Pra acender o fogareiro
Vai buscar o querosene
Pra acender o fogareiro
Ô Irene
Ô Irene
Ô Irene
Ô Irene
Vai buscar o querosene
Pra acender o fogareiro
Vai buscar o querosene
Pra acender o fogareiro
Dona Fia, Dona Fia
Dona Fia cadê Ioiô, cadê Ioiô
Cadê Ioiô dona Fia, cadê Ioiô
Cadê, Cadê, Cadê Ioiô Cadê
Cadê, Cadê Ioiô
Dona Fia, Dona Fia
Dona Fia cadê Ioiô, cadê Ioiô
Cadê Ioiô dona Fia, cadê Ioiô
Cadê, Cadê, Cadê Ioiô Cadê
Cadê, Cadê Ioiô
Vai lá, vai lá
Vai lá, vai lá
Vai lá, vai lá
Vai lá, vai lá
Vai lá
Vai lá no Cacique sambar
Não fique de marra, vem cá
Não deixe essa onda quebrar
Meu barco já vai navegar
Eu vou dar a partida
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Vem cá
Um pudim sem coco não dá
Já estou preparando o jantar
Tem, pra sobremesa, manjar
Pimenta não pode faltar
Feijão sem tempero é ruim de aturar
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
É, pois é
Tô procurando o Seu Zé
Ficou de me dar um qualquer
Busquei na Bahia um axé
De olho no acarajé
Ganhei uma nêga no candomblé
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô
Iô-iô, iô-iô




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