Hauch Wird Sturm
En vind fra norden, en vind fra sjøn
en vind fra kulden's hjerte
en vind som raser, en vind som gråter
en vind fra erindringen's mørke
Die bleiche Hand in der Flut
das Pferd der tiefe bebt.
Hüte dich vor Ymirs Blut,
denn aus diesem Hauch wird Sturm...
Stillhet på sangen's skjær
for nå renner skalden's mjød
Grimne kledt seg i falken's dragt
og bredde armene i stormen
En gang rodde falken over solen
over vann som bølget seg
met høstvinden kommer en sang
og Mime åpner øyene
Die bleiche Hand in der Flut
eine Hand die haltlos greift.
Hüte dich vor Ymirs Blut,
denn aus diesem Hauch wird Sturm...
Sopro se Tornará Tempestade
Um vento do norte, um vento do mar
um vento do coração do frio
um vento que arrasa, um vento que chora
um vento da escuridão da memória
A mão pálida na maré
o cavalo profundo estremece.
Cuidado com o sangue de Ymir,
pq desse sopro se tornará tempestade...
Silêncio na costa da canção
pq agora escorre o hidromel do poeta
Grimne vestido com a plumagem do falcão
abrindo os braços na tempestade
Uma vez o falcão remou sobre o sol
sobre águas que se agitam
com o vento de outono vem uma canção
e Mime abre os olhos
A mão pálida na maré
uma mão que agarra sem apoio.
Cuidado com o sangue de Ymir,
pq desse sopro se tornará tempestade...