The Plague Called Man
Murderers, the world falls dead
Beautiful blackened skies
Reflect upon the streaks of red
Nothing, is what we are
A bottomless pit of darkness
In search of souls to scar
Witness, the lawless swarm
Self inflicted holocaust
Worship the God of Scorn
The plague called man
Ruler of barren horizons
And vast empty lands
A manifest dream of desolation
Dark shadows spread across
All of his deadly creations
Death incarnate, our world euthanised
Lying in state,
Mouring our own demise
Witness, the lawless swarm
Self inflicted holocaust
Worship the God of Scorn
The plague called man
Ruler of barren horizons
And vast empty lands
Creator of cataclysms
Agent of destruction
Apocalyptie visions
Relent to these seductions
All of our tears are shed in vain
For spitting at God
Vengeance is slow and filled with pain
Destitute, unholy vision
Deep is the slumber
That calls us into submission
Witness, the lawless swarm
Self inflicted holocaust
Worship the God of Scorn
The plague called man
Ruler of barren horizons
And vast empty lands
A Praga Chamada Homem
Assassinos, o mundo cai morto
Céus negros e belos
Refletem as faixas de vermelho
Nada, é o que somos
Um abismo sem fundo de escuridão
Em busca de almas para marcar
Testemunhe, a multidão sem lei
Holocausto auto infligido
Adore o Deus do Desdém
A praga chamada homem
Soberano de horizontes áridos
E vastas terras vazias
Um sonho manifesto de desolação
Sombras escuras se espalham
Por todas as suas criações mortais
A morte encarnada, nosso mundo eutanasiado
Deitado em estado,
Lamentando nossa própria ruína
Testemunhe, a multidão sem lei
Holocausto auto infligido
Adore o Deus do Desdém
A praga chamada homem
Soberano de horizontes áridos
E vastas terras vazias
Criador de cataclismos
Agente da destruição
Visões apocalípticas
Ceder a essas seduções
Todas as nossas lágrimas são derramadas em vão
Por cuspir em Deus
A vingança é lenta e cheia de dor
Visão destituída e profana
Profundo é o sono
Que nos chama à submissão
Testemunhe, a multidão sem lei
Holocausto auto infligido
Adore o Deus do Desdém
A praga chamada homem
Soberano de horizontes áridos
E vastas terras vazias