In Vain
In my never-ending quest
To reach absolute perfection
I climb up the decrepit walls of my keep
My empire is crumbling...
And I am falling down
A I reach for culmination
The shadows of my vanity are deepening
A life's work cast in concrete and skeletal remains...
Reaching the crest of my fort
Struggling upon walls of never-ending sleep
Closed eyelids covering burning passion
My desire and hatred collide
Into an intense repulsion...
All their hearts, all their blood
Their divine nectar I have consumed
Under the cynical glimpse of the vulture's song
Perished they are
Their beauty didn't last (long)...
I am the Judas of fate
Becoming the artefact of my hate
I am well aware that it's too late
Devilry and sloth, my companionship, well...
I, the architect of my own hell...
Em Vão
Na minha busca sem fim
Por alcançar a perfeição absoluta
Eu subo as paredes decadentes do meu castelo
Meu império está desmoronando...
E eu estou caindo
Enquanto busco a culminância
As sombras da minha vaidade estão se aprofundando
Uma obra de vida lançada em concreto e restos esqueléticos...
Alcançando o topo da minha fortaleza
Lutando sobre muros de sono sem fim
Pálpebras fechadas cobrindo a paixão ardente
Meu desejo e ódio colidem
Em uma repulsão intensa...
Todos os seus corações, todo o seu sangue
Seu néctar divino eu consumi
Sob o olhar cínico da canção do urubu
Pereceram eles
Sua beleza não durou (muito)...
Eu sou o Judas do destino
Tornando-me o artefato do meu ódio
Estou bem ciente de que é tarde demais
Diabice e preguiça, minha companhia, bem...
Eu, o arquiteto do meu próprio inferno...