Para Siempre
No me tienes que impresionar
Ni que seguir la corriente.
Voy a apearme aquí
En la orilla del presente
Donde el hombre se asfixia
Escrive un testamento en chile negro.
El suplicio es estar contigo
Eres la alquimia de mi veneno.
La derrota no es una opción
Y no hay excusas:
Parasiempre me parece mucho tiempo.
Parasiempre,
No hay nada parasiempre...
La influencia de la ira
Y los impulsos de la lengua
No tengo toda la vida
Aun hay cajas con sorpresa.
La derrota no es una opción
Y no hay excusas:
Parasiempre me parece mucho tiempo.
Vendre con la boca amarga
Y el corazón derrotado...
Parasiempre,
No hay nada parasiempre ...
Para Sempre
Não precisa me impressionar
Nem seguir a maré.
Vou descer aqui
Na beira do agora
Onde o homem se afoga
Escreve um testamento em tinta preta.
O sofrimento é estar com você
Você é a alquimia do meu veneno.
A derrota não é uma opção
E não há desculpas:
Para sempre me parece muito tempo.
Para sempre,
Não há nada para sempre...
A influência da raiva
E os impulsos da língua
Não tenho a vida toda
Ainda há caixas com surpresas.
A derrota não é uma opção
E não há desculpas:
Para sempre me parece muito tempo.
Virei com a boca amarga
E o coração derrotado...
Para sempre,
Não há nada para sempre...
Composição: Alan Boguslavsky / Enrique Bunbury / Joaquin Cardiel / Juan Valdivia / Pedro Andreu