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Canção de Despedida

Hevlaska

Song Of Good By

Still I remember, that morning of winter…
I remember well after a tender kiss…
still I remember… Bodies… still I have...dreams…
But I repent myself to leave… seeing without you… without having
we two for finishes time…

The death still is alone a gone ticket of
Prum place still, for somebody without life…
Rocks, dagger this does not wound me more…
I am free… I am of departure…

Scars, nor I remember more… the wound that I have…its souvenir
brings… Its fingers in the piano, touching a good bye song…
Good bye my dreams, my prantos, good bye… that God?

The death still is alone a gone ticket of
Prum place still, for somebody without life…
Rocks, dagger this does not wound me more…
I am free… I am of departure…

You did not give choice to me, you only had a possibility…
He says me if to my he leaves it blood alliviated…
Therefore its brought me torment… brought me the sin
It exempts the ghosts torment, me…
it exempts my sweet end… exempts without end, without time…

To feel its body, its pale hands with me cold… And not to hear a
light sigh at least… That love pain… Mine it has taken flower,
my sad moan, my shout of pain…

Canção de Despedida

Ainda me lembro, daquela manhã de inverno…
Lembro bem depois de um beijo suave…
Ainda me lembro… Corpos… ainda tenho... sonhos…
Mas me arrependo de partir… vendo sem você… sem ter
nós dois para acabar o tempo…

A morte ainda é só um bilhete perdido de
Um lugar ainda, para alguém sem vida…
Pedras, faca isso não me fere mais…
Estou livre… estou de partida…

Cicatrizes, nem me lembro mais… a ferida que eu tenho…
sua lembrança traz… Seus dedos no piano, tocando uma canção de despedida…
Adeus meus sonhos, meus prantos, adeus… que Deus?

A morte ainda é só um bilhete perdido de
Um lugar ainda, para alguém sem vida…
Pedras, faca isso não me fere mais…
Estou livre… estou de partida…

Você não me deu escolha, você só teve uma possibilidade…
Diz pra mim se ao meu sangue alivia…
Porque isso me trouxe tormento… trouxe o pecado
Exime os fantasmas que me atormentam…
exime meu doce fim… exime sem fim, sem tempo…

Sentir seu corpo, suas mãos pálidas comigo frias… E não ouvir um
suspiro leve ao menos… Essa dor do amor… Minha levou a flor,
meu lamento triste, meu grito de dor…

Composição: Talyta