In Japan Ist Alles So Klein
Da ist ein land - ein ganz kleines land -
Japan heißt es mit namen.
Zierlich die häuser und zierlich der strand,
Zierlich die liliputdamen.
Bäume so groß wie radieschen im mai.
Turm der pagode so hoch wie ein ei -
Hügel und berg
Klein wie ein zwerg.
Trippeln die zarten gestalten im moos,
Fragt man sich: was mag das sein?
In europa ist alles so groß, so groß -
Und in japan ist alles so klein!
Da sitzt die geisha. ihr haar glänzt wie lack.
Leise duftet die rose.
Vor ihr steht plaudernd im strahlenden tag
Kräftig der junge matrose.
Und er erzählt diesem seidenen kind
Davon, wie groß seine landsleute sind.
Straße und saal
Pyramidal!
Sieh, und die kleine wundert sich bloß -
Denkt sich: wie mag das wohl sein?
In europa ist alles so groß, so groß -
Und in japan ist alles so klein!
Da ist ein wald - ein ganz kleiner wald -
Abendlich dämmern die stunden.
Horch! wie das vogelgezwitscher verhallt...
Geisha und er sind verschwunden.
Abendland - morgenland - mund an mund -
Welch ein natürlicher völkerschaftsbund!
Tauber, der girrt,
Schwalbe, die flirrt.
Und eine geisha streichelt das moos,
In den augen ein flämmchen, ein schein ...
In europa ist alles so groß, so groß -
Und in japan ist alles so klein.
No Japão Tudo É Tão Pequeno
Há um país - um país bem pequeno -
Se chama Japão, é o nome.
Casas delicadas e a praia também,
As damas liliputenses, tão finas.
Árvores tão grandes quanto rabanetes em maio.
A torre da pagoda tão alta quanto um ovo -
Colinas e montanhas
Pequenas como um anão.
As figuras delicadas caminham no musgo,
A gente se pergunta: o que será isso?
Na Europa tudo é tão grande, tão grande -
E no Japão tudo é tão pequeno!
Lá está a geisha. Seu cabelo brilha como verniz.
A rosa exala um perfume suave.
Diante dela, conversando sob o sol radiante,
Um jovem marinheiro forte.
E ele conta a essa criança de seda
Como seus conterrâneos são grandes.
Rua e salão
Piramidal!
Veja, e a pequena só se espanta -
Pensa: como será isso?
Na Europa tudo é tão grande, tão grande -
E no Japão tudo é tão pequeno!
Há uma floresta - uma floresta bem pequena -
As horas vão se apagando ao entardecer.
Escuta! como o canto dos pássaros se esvai...
A geisha e ele desapareceram.
Ocidente - oriente - boca a boca -
Que união natural de povos!
A rolinha, que piou,
A andorinha, que voou.
E uma geisha acaricia o musgo,
Nos olhos uma chama, um brilho...
Na Europa tudo é tão grande, tão grande -
E no Japão tudo é tão pequeno.