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MOONSHINE DA CIDADE DA MORTE

Hillbilly Tendrar

Death Town Moonshine

Down a broken road past the last dim light
Where the crows don't fly and the sun won't rise
There's a town they whisper, don't say its name
But I took one step, and I ain't the same

Graves like teeth in the rotten ground
And a hollow choir makes a distant sound
I was thirsty, shaking, half outta mind
Till I found that jar, that death town shine

Black glass bottle, cold as sin
Heard a voice say boy, let me in

I drank that Death Town Moonshine
Now the dead walk right beside mine
Hear 'em sing in the pale moonlight
Ain't no sleep on the other side

Death Town Moonshine, burning slow
Feel my heartbeat start to go
If you taste it once, you'll never leave
Now the graveyard's got its hold on me

Saw a lady dressed in mourning black
Soft as silence but her eyes stared back
Said: Don't you fear, I don't bring pain
Then she smiled like death knew my name

Chains don't rattle, they hum real low
Like a lullaby from down below
Every sip pulls me deeper in
Till I can't tell life from where I've been

Cold hands resting on my skin
Stay a while, let it begin

I drank that Death Town Moonshine
Now the dead walk right beside mine
Hear 'em sing in the pale moonlight
Ain't no sleep on the other side

Death Town Moonshine, take my breath
Every drop just smells like death
If you hear 'em call, don't you reply
Or you'll never make it out alive

Voices crawling through my head
Join the quiet, join the dead
No more pain and no more fear
Just their song forever near

I tried to run but my legs won't move
Roots in my veins like a buried truth
That shine ain't drink, it's a cursed key
Now Death Town's door, is inside of me

I drank that Death Town Moonshine
Now I'm something left behind
Hear me sing in the pale moonlight
Another soul lost to the night

Death Town Moonshine, pass it 'round
Let 'em all come gather 'round
Take a sip and you will see
You'll be right down here with me

MOONSHINE DA CIDADE DA MORTE

Por uma estrada esburacada, passando pela última luz fraca
Onde os corvos não voam e o Sol não nasce
Há uma cidade cujo nome eles sussurram, mas não digam
Mas eu dei um passo, e não sou mais o mesmo

Túmulos como dentes na terra podre
E um coro oco emite um som distante
Eu estava com sede, tremendo, meio fora de mim
Até eu encontrar aquele frasco, aquele brilho da cidade da morte

Garrafa de vidro preto, fria como o pecado
Ouvi uma voz dizer: Menino, deixe-me entrar

Eu bebi aquele Moonshine da Cidade da Morte
Agora os mortos caminham bem ao lado dos meus
Ouça-os cantar ao luar pálido
Não há sono do outro lado

Aguardente da Cidade da Morte, queimando lentamente
Sinto meu coração começar a falhar
Se você provar uma vez, nunca mais vai querer ir embora
Agora o cemitério me dominou

Vi uma senhora vestida de preto, em sinal de luto
Suave como o silêncio, mas seus olhos retribuíam o olhar
Disse: Não tenha medo, eu não trago dor
Então ela sorriu como se a morte soubesse meu nome

Correntes não chacoalham, elas zumbem bem baixinho
Como uma canção de ninar vinda de lá de baixo
Cada gole me leva ainda mais fundo
Até que eu não consiga mais distinguir a vida de onde estive

Mãos frias repousando sobre minha pele
Fique um pouco, que comece

Eu bebi aquele Moonshine da Cidade da Morte
Agora os mortos caminham bem ao lado dos meus
Ouça-os cantar ao luar pálido
Não há sono do outro lado

Death Town Moonshine, tire meu fôlego
Cada gota tem cheiro de morte
Se você os ouvir chamar, não responda
Ou você nunca sairá vivo daqui

Vozes rastejando pela minha cabeça
Junte-se ao silêncio, junte-se aos mortos
Chega de dor e chega de medo
Apenas a música deles, sempre por perto

Tentei correr, mas minhas pernas não se mexem
Raízes em minhas veias como uma verdade enterrada
Esse brilho não é bebida, é uma chave amaldiçoada
Agora a porta da Cidade da Morte, está dentro de mim

Eu bebi aquele Moonshine da Cidade da Morte
Agora sou apenas algo deixado para trás
Ouça-me cantar sob a pálida luz do luar
Mais uma alma perdida para a noite

Death Town Moonshine, passe adiante
Que todos venham se reunir ao redor
Dê um gole e você verá
Você estará aqui comigo

Composição: Willian Matos da Silva