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Leppo e os Jooves

Robyn Hitchcock

Leppo And The Jooves

Crabwise
Over the Andalusian extensions of the life and loves of Noddy
Through the windows of disgust
The teeth of Leppo and his managers awry
No time to cry

Sunrise
A lamp of no position in the loss of all existence
To the vultures without bibles and
The preachers without leaves that pass it by
No time to sigh

All them pretty women
Planted in a row
You see them in the newspapers
But you can't have 'em -- no!
No no no no no no no no!Oh ho ho!

They get Lep-Lep-Leppo and the J-J-J-J-J-Jooves
They jump on anything that m-m-m-m-m-moves
On taxis, coffin-lids, Americans, piano-heads and roofs
Leppo...

Likewise
A farmer and his diary might conspire to freeze a widow
So I went to rob the lizard
Of his skin, his coat, his money and his earth
All that he's worth

Someday
You realize that everything you do or see or think of
If it interferes with nothing
Might as well dissolve in arrows or in tears
Nobody hears

All them famous people
Washed off in the rain
Leave not even a puddle, baby
All you leave is your name
Huh-ha-ha-ha-ha-ha!Your name!

I got a name, baby
It's Lep-Lep-Leppo and the J-J-J-J-J-JoovesOh ho ho!
They jump on anything that m-m-m-m-m-moves
Ah ha ha!Ah ha ha.
On taxis, coffin-lids, Americans, piano-heads and roofs
Leppo...

Listen
And you can hear the dripping of the clocks, the reaping of the sun
the vengeance of the hammer and
The squeamish tight explosion of the liar
Burn in the fire

Gazing
With unforeseeing eyes into the smoke, the lungs of war
And all the endless formulations of unusable beginnings that
Have grown from hungry rivers into trees
Nobody sees

All them hungry people
They don't look so good
But I don't let it bother you
I don't see why it should
No no no no no no!Oh oh ho
Oh ho ho

Lep-Lep-Leppo and the J-J-J-J-J-Jooves
They jump on anything that m-m-m-m-m-moves
On taxis, coffin-lids, Americans, piano-heads and roofs
Leppo...

Leppo e os Jooves

Caminhando de lado
Pelas extensões andaluzas da vida e amores do Noddy
Através das janelas do nojo
Os dentes de Leppo e seus gerentes tortos
Sem tempo pra chorar

Amanhecer
Uma lâmpada sem posição na perda de toda existência
Para os abutres sem bíblias e
Os pregadores sem folhas que passam por aqui
Sem tempo pra suspirar

Todas aquelas mulheres bonitas
Plantadas em fila
Você as vê nos jornais
Mas não pode tê-las -- não!
Não não não não não não não não! Oh ho ho!

Eles pegam Lep-Lep-Leppo e os J-J-J-J-J-Jooves
Eles pulam em qualquer coisa que m-m-m-m-m-mova
Em táxis, tampas de caixão, americanos, cabeças de piano e telhados
Leppo...

Da mesma forma
Um fazendeiro e seu diário podem conspirar pra congelar uma viúva
Então eu fui roubar o lagarto
De sua pele, seu casaco, seu dinheiro e sua terra
Tudo que ele vale

Um dia
Você percebe que tudo que faz, vê ou pensa
Se não interfere em nada
Pode muito bem se dissolver em flechas ou em lágrimas
Ninguém ouve

Todas aquelas pessoas famosas
Lavadas pela chuva
Não deixam nem uma poça, baby
Tudo que você deixa é seu nome
Huh-ha-ha-ha-ha-ha! Seu nome!

Eu tenho um nome, baby
É Lep-Lep-Leppo e os J-J-J-J-J-Jooves Oh ho ho!
Eles pulam em qualquer coisa que m-m-m-m-m-mova
Ah ha ha! Ah ha ha.
Em táxis, tampas de caixão, americanos, cabeças de piano e telhados
Leppo...

Escute
E você pode ouvir o gotejar dos relógios, a colheita do sol
A vingança do martelo e
A explosão nervosa do mentiroso
Queime no fogo

Olhando
Com olhos que não veem para a fumaça, os pulmões da guerra
E todas as formulações sem fim de começos inúteis que
Cresceram de rios famintos em árvores
Ninguém vê

Todas aquelas pessoas famintas
Elas não parecem tão bem
Mas eu não deixo isso te incomodar
Não vejo por que deveria
Não não não não não não! Oh oh ho
Oh ho ho

Lep-Lep-Leppo e os J-J-J-J-J-Jooves
Eles pulam em qualquer coisa que m-m-m-m-m-mova
Em táxis, tampas de caixão, americanos, cabeças de piano e telhados
Leppo...

Composição: Robyn Hitchcock