Le Fou qui se croyait Sage
La fête commençait,
Rires et cris entonnés,
Le Fou s'estime et se ploie
Des attentions publiques.
Rendu luxe, il tarit autrui,
Ignorant qu'il est lui-même accessoire.
Sa raison, immolée, ne crie plus.
Attrapant par milliers ses adorateurs,
Ses genoux jamais
N'ont le sol à toucher.
Déployant sa fougue et sa verve,
Les yeux des brebis s'enflamment
Et se fixent.
Mais un jour ses genoux prirent froid.
Un autre Fou apparu.
Devenu seul, il entendit enfin
Le murmure de l'immolée,
Et il comprit.
O Louco que se Achava Sábio
A festa começou,
Risos e gritos ecoando,
O Louco se acha e se dobra
Às atenções do público.
Transformado em luxo, ele seca os outros,
Ignorando que ele mesmo é acessório.
Sua razão, imolada, não grita mais.
Pegando por milhares seus adoradores,
Seus joelhos nunca
Chegaram a tocar o chão.
Desdobrando sua energia e sua verve,
Os olhos das ovelhas se inflamam
E se fixam.
Mas um dia seus joelhos sentiram frio.
Um outro Louco apareceu.
Sozinho, ele finalmente ouviu
O murmúrio do imolado,
E ele entendeu.