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MASSA MADRE

HOKE

MASA MADRE

Metimos mano en la masa madre
Cada vez sabe más amarga, pero mata el hambre
Los niños en la plaza fuman hasta tarde
Hasta que se les va la luz o se les cruzan los cables
Entrando en un bloque gris
Mucho golpe bajo, me duele el hígado
Jugando al parchís, fumando hachís del Líbano
Si vienen los putos hago trucos como Dynamo
Hasta el más mudo de tu banda canta como Fígaro
Por eso casi nunca reposo
Odio contar dinero con los dedos pegajosos
Aquí se habla con los ojos
Te veo borroso, no hay trato
Yo me hago viejo, pero no me falla el olfato
Ya no brillan los zapatos, ya no brillan los dientes
De comer carne de sapo y pisar piel de serpiente
Subimos la pendiente independientes
Ahora todos pendientes de mi coro y del oro de mis pendientes

Tengo un par, locos no saben estar quietos
Quieren rellenar huecos en el carro a art deco
A veces se extraen con agua, a veces en seco
Y si dan el agua se hacen los suecos

Dale tiempo, si no se movieron, ya se moverán
Los que se viraron volverán, efecto boomerang (Boomerang)
Para informadores y prensa tenemos Shadow Ban
Sigo a la derecha de mi man en un carro alemán
Ando recto, así me salgo del rebaño
Estoy invicto, me puse mármol en el baño
Muchos cambios en tres años, mucha cuesta y mucha curva
Pero limpio con la diestra lo que ensucio con la zurda

Ya nadie sabe quién eres, veo cómo van cayendo nombres de las paredes
Sigo en VLC, entre Perico y Mercedes
Adictos me piden chito como al ratoncito Pérez
Never been a hater, I don't give a fuck enough
Fuck all that rap shit
Never-Never been a hater
[?]
How many motherfucking gangstas rap?
Never been a hater, I don't give a fuck enough
Fuck all that rap shit
[?]
How many motherfucking gangstas rap?

MASSA MADRE

Colocamos a mão na massa
Cada vez mais amarga, mas mata a fome
As crianças na praça fumam até tarde
Até que a luz se apague ou os fios se cruzem
Entrando em um bloco cinza
Muito golpe baixo, meu fígado dói
Jogando parchís, fumando haxixe do Líbano
Se vierem os otários, faço truques como o Dynamo
Até o mais mudo da sua gangue canta como o Fígaro
Por isso quase nunca descanso
Odeio contar grana com os dedos pegajosos
Aqui se fala com os olhos
Te vejo embaçado, não tem trato
Eu tô envelhecendo, mas meu olfato não falha
Já não brilham os sapatos, já não brilham os dentes
De comer carne de sapo e pisar pele de cobra
Subimos a ladeira independentes
Agora todos de olho no meu coro e no ouro dos meus brincos

Tenho um par, doidos não sabem ficar parados
Querem preencher buracos no carro art déco
Às vezes extraem com água, às vezes no seco
E se der água, fazem de conta que são suecos

Dá tempo, se não se moveram, já vão se mover
Os que se viraram vão voltar, efeito boomerang (Boomerang)
Para informantes e imprensa temos Shadow Ban
Sigo à direita do meu mano em um carro alemão
Vou reto, assim saio do rebanho
Estou invicto, coloquei mármore no banheiro
Muitas mudanças em três anos, muita subida e muita curva
Mas limpo com a direita o que sujo com a esquerda

Ninguém sabe mais quem você é, vejo como os nomes caem das paredes
Continuo em VLC, entre Perico e Mercedes
Viciados me pedem chito como o ratinho Pérez
Nunca fui um hater, não dou a mínima
Dane-se toda essa merda de rap
Nunca-Nunca fui um hater
[?]
Quantos gangstas de verdade fazem rap?
Nunca fui um hater, não dou a mínima
Dane-se toda essa merda de rap
[?]
Quantos gangstas de verdade fazem rap?

Composição: