Déjame volver para mi pueblo
Déjame volver para mi pueblo
lleno todavía de ilusión,
que ya estoy cansado de recuerdos
y me está sobrando el corazón.
Luna de mi pueblo en el camino,
luna entre las casas de terrón,
y esta pena mía junto al río
sollozando nuestro adiós.
Déjame volver para mi pueblo
que tiene una montaña
y un río saltarín...
Déjame volver con el recuerdo
de aquellas esperanzas
del día que partí.
Río.. sueños... calles... pueblo...
todo está esperando, ¡todo está lloviendo!
Dejame volver para ese pueblo
que pone una montaña
y un río entre los dos.
Sé que me dirás que es imposible
que hay toda una vida entre los dos,
pero yo me acuerdo que era pibe
y que había un cerco de cedrón.
Luna de mi pueblo en el camino,
y ese soplo fresco de mi río
que me llama desde allá...
Deixe-me voltar para minha cidade
Deixe-me voltar para minha cidade
cheia ainda de ilusão,
que já estou cansado de lembranças
e meu coração tá transbordando.
Lua da minha cidade no caminho,
lua entre as casas de barro,
e essa dor minha junto ao rio
soluçando nosso adeus.
Deixe-me voltar para minha cidade
que tem uma montanha
e um rio saltitante...
Deixe-me voltar com a lembrança
daquele sonho
do dia que parti.
Rio... sonhos... ruas... cidade...
tudo tá esperando, tudo tá chovendo!
Deixe-me voltar para essa cidade
que coloca uma montanha
e um rio entre nós dois.
Sei que você vai me dizer que é impossível
que há toda uma vida entre nós,
mas eu me lembro que era moleque
e que tinha um cercado de erva-doce.
Lua da minha cidade no caminho,
e esse sopro fresco do meu rio
que me chama de lá...
Composição: Homero Expósito, Domingo Federico, Francisco Federico