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Siempre París

Homero Expósito

Letra

Sempre Paris

Siempre París

Não foi a Mimí, nem foi a Manón,No fue Mimí, ni fue Manón,
fue uma garota sem canção.fue una muchacha sin canción.
Quando morreu em minhas mãosCuando murió en mis manos
já era uma paisagem morta,ya era un paisaje muerto,
!povo de pântanos¡pueblo de pantanos
sem caminhos e sem portos!sin caminos y sin puertos!

E atrás de um tule, sempre ParisY atrás de un tul, siempre París
vendendo azul o cinza.vendiendo azul lo gris.
O boulevard escuro de solEl boulevard prieto de sol
e para amar, álcool.y para amar, alcohol.
E a lâmina do jornalY la navaja del jornal
- um dólar tão mais terno que-un dólar tal más tierno que
o mouguet -el mouguet-,
e a água baixa do percaly el agua baja del percal
e astral do cabaré.y astral del cabaret.
E assim o pernod e o strip-teaseY así el pernod y el strip tis
- meio cocotte e atriz -- medio cocotte y actriz-
e os barbudos sem razão,y los barbudos sin razón,
!e o mal de Koch, Paris!¡y el mal de Koch, París!

Sempre Paris para sonhar...Siempre París para soñar...
Sempre Paris para morrer...Siempre París para morir...
Sempre Paris para rodar...Siempre París para rodar...
!Sem ser Manón nem ser Mimí!¡Sin ser Manón ni ser Mimí!

Composição: Homero Expósito / Virgilio Exposito. Essa informação está errada? Nos avise.

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