Caigan Del Cielo
Al cielo pido que en mi alma llueva
Que aquellas nubes aquí se paren
Y que en mi pecho se abran portales
Lluevan mis males sobre esta cueva
Caigan del cielo junto a tu pelo
Las primaveras que atrás quedaron
Y aquel otoño tras los cristales
Viva en mi invierno tu día más claro
Lluevan verdades que no sean nuevas
Sirva la Luna de blanco faro
Ya ni la entiende aquel que la lleva
Rompa el silencio mi desamparo
Hoy ya no sé ni cuanto la quiero
Ni me lo quieren contar las horas
Cielo, refúgiate en mi agujero
Quiero enterrarte mientras me lloras
Deja que luego me cante el tiempo
La vieja historia de que he perdido
Deja que vuelva a soñar despierto
Hace ya que me di por vencido
Deja que luego me silbe el viento
La vieja copla que había olvidado
Ya ni recuerdo cuanto hay de cierto
Ni cuantas cosas habré inventado
Deja que luego me cante el tiempo
La vieja historia de que he perdido
Deja que vuelva a soñar despierto
Hace ya que me di por vencido
Deja que luego me silbe el viento
La vieja copla que había olvidado
Ya ni recuerdo cuanto hay de cierto
Ni cuantas cosas habré inventado
Al cielo miro, le pido y lloro
Sin saber casi ni lo que quiero
Soy como aquel que perdió el tesoro
Por enterrarlo en un agujero
Por comprender donde mi alma mora
Dejé mi orgullo por los tinteros
Y como el que mira pasar las horas
Ahora me miro con desconsuelo
Hace ya tiempo que mis fronteras
Son una raya pintá' en el suelo
Y por hacer lo que de mí esperas
Ando mirando siempre pa'l cielo
Se me olvidó que hay una manera
De no mojarme entre tanto duelo
Caigan mis lágrimas desde arriba
Niegue su llanto, mi propio credo
Deja que luego me cante el tiempo
La vieja historia de que he perdido
Deja que vuelva a soñar despierto
Hace ya que me di por vencido
Deja que luego me silbe el viento
La vieja copla que había olvidado
Ya ni recuerdo cuanto hay de cierto
Ni cuantas cosas habré inventado
Deja que luego me cante el tiempo
La vieja historia de que he perdido
Deja que vuelva a soñar despierto
Hace ya que me di por vencido
Deja que luego me silbe el viento
La vieja copla que había olvidado
Ya ni recuerdo cuanto hay de cierto
Ni cuantas cosas habré inventado
Cair do céu
Peço ao céu chuva em minha alma
Deixe essas nuvens pararem aqui
E deixe portais se abrirem em meu peito
Faça chover meus males nesta caverna
Cair do céu ao lado do seu cabelo
As fontes que foram deixadas para trás
E naquele outono atrás do vidro
Viva seu dia mais claro no meu inverno
Chove verdades que não são novas
Sirva a Lua como um farol branco
Quem usa nem entende mais
Quebre o silêncio meu desamparo
Hoje nem sei o quanto a amo
Eles nem querem me dizer as horas
Céu, refugie-se no meu buraco
Eu quero enterrar você enquanto você chora por mim
Deixe o tempo cantar para mim mais tarde
A velha história que perdi
Deixe-me sonhar acordado novamente
Eu desisti há muito tempo
Deixe o vento assobiar para mim mais tarde
O velho dístico que eu tinha esquecido
Eu nem me lembro o quanto é verdade
Nem quantas coisas eu inventei
Deixe o tempo cantar para mim mais tarde
A velha história que perdi
Deixe-me sonhar acordado novamente
Eu desisti há muito tempo
Deixe o vento assobiar para mim mais tarde
O velho dístico que eu tinha esquecido
Eu nem me lembro o quanto é verdade
Nem quantas coisas eu inventei
Eu olho para o céu, pergunto e choro
Sem nem saber o que eu quero
Eu sou como aquele que perdeu o tesouro
Por enterrá-lo em um buraco
Para entender onde minha alma mora
Deixei meu orgulho pelos tinteiros
E como quem vê as horas passarem
Agora me olho com desconsolação
Já faz muito tempo desde minhas fronteiras
Eles são uma faixa pintada no chão
E por fazer o que você espera de mim
Estou sempre olhando para o céu
Eu esqueci que existe uma maneira
Para não se molhar no meio de tanta dor
Minhas lágrimas caem de cima
Negue seu choro, meu próprio credo
Deixe o tempo cantar para mim mais tarde
A velha história que perdi
Deixe-me sonhar acordado novamente
Eu desisti há muito tempo
Deixe o vento assobiar para mim mais tarde
O velho dístico que eu tinha esquecido
Eu nem me lembro o quanto é verdade
Nem quantas coisas eu inventei
Deixe o tempo cantar para mim mais tarde
A velha história que perdi
Deixe-me sonhar acordado novamente
Eu desisti há muito tempo
Deixe o vento assobiar para mim mais tarde
O velho dístico que eu tinha esquecido
Eu nem me lembro o quanto é verdade
Nem quantas coisas eu inventei
Composição: Francisco Luque Gallardo, Javier Cordovilla Márquez