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Caigan Del Cielo

Hora Zulu

Letra

Cair do céu

Caigan Del Cielo

Peço ao céu chuva em minha almaAl cielo pido que en mi alma llueva
Deixe essas nuvens pararem aquiQue aquellas nubes aquí se paren
E deixe portais se abrirem em meu peitoY que en mi pecho se abran portales
Faça chover meus males nesta cavernaLluevan mis males sobre esta cueva
Cair do céu ao lado do seu cabeloCaigan del cielo junto a tu pelo
As fontes que foram deixadas para trásLas primaveras que atrás quedaron
E naquele outono atrás do vidroY aquel otoño tras los cristales
Viva seu dia mais claro no meu invernoViva en mi invierno tu día más claro
Chove verdades que não são novasLluevan verdades que no sean nuevas
Sirva a Lua como um farol brancoSirva la Luna de blanco faro
Quem usa nem entende maisYa ni la entiende aquel que la lleva
Quebre o silêncio meu desamparoRompa el silencio mi desamparo
Hoje nem sei o quanto a amoHoy ya no sé ni cuanto la quiero
Eles nem querem me dizer as horasNi me lo quieren contar las horas
Céu, refugie-se no meu buracoCielo, refúgiate en mi agujero
Eu quero enterrar você enquanto você chora por mimQuiero enterrarte mientras me lloras

Deixe o tempo cantar para mim mais tardeDeja que luego me cante el tiempo
A velha história que perdiLa vieja historia de que he perdido
Deixe-me sonhar acordado novamenteDeja que vuelva a soñar despierto
Eu desisti há muito tempoHace ya que me di por vencido
Deixe o vento assobiar para mim mais tardeDeja que luego me silbe el viento
O velho dístico que eu tinha esquecidoLa vieja copla que había olvidado
Eu nem me lembro o quanto é verdadeYa ni recuerdo cuanto hay de cierto
Nem quantas coisas eu inventeiNi cuantas cosas habré inventado

Deixe o tempo cantar para mim mais tardeDeja que luego me cante el tiempo
A velha história que perdiLa vieja historia de que he perdido
Deixe-me sonhar acordado novamenteDeja que vuelva a soñar despierto
Eu desisti há muito tempoHace ya que me di por vencido
Deixe o vento assobiar para mim mais tardeDeja que luego me silbe el viento
O velho dístico que eu tinha esquecidoLa vieja copla que había olvidado
Eu nem me lembro o quanto é verdadeYa ni recuerdo cuanto hay de cierto
Nem quantas coisas eu inventeiNi cuantas cosas habré inventado

Eu olho para o céu, pergunto e choroAl cielo miro, le pido y lloro
Sem nem saber o que eu queroSin saber casi ni lo que quiero
Eu sou como aquele que perdeu o tesouroSoy como aquel que perdió el tesoro
Por enterrá-lo em um buracoPor enterrarlo en un agujero
Para entender onde minha alma moraPor comprender donde mi alma mora
Deixei meu orgulho pelos tinteirosDejé mi orgullo por los tinteros
E como quem vê as horas passaremY como el que mira pasar las horas
Agora me olho com desconsolaçãoAhora me miro con desconsuelo
Já faz muito tempo desde minhas fronteirasHace ya tiempo que mis fronteras
Eles são uma faixa pintada no chãoSon una raya pintá' en el suelo
E por fazer o que você espera de mimY por hacer lo que de mí esperas
Estou sempre olhando para o céuAndo mirando siempre pa'l cielo
Eu esqueci que existe uma maneiraSe me olvidó que hay una manera
Para não se molhar no meio de tanta dorDe no mojarme entre tanto duelo
Minhas lágrimas caem de cimaCaigan mis lágrimas desde arriba
Negue seu choro, meu próprio credoNiegue su llanto, mi propio credo

Deixe o tempo cantar para mim mais tardeDeja que luego me cante el tiempo
A velha história que perdiLa vieja historia de que he perdido
Deixe-me sonhar acordado novamenteDeja que vuelva a soñar despierto
Eu desisti há muito tempoHace ya que me di por vencido
Deixe o vento assobiar para mim mais tardeDeja que luego me silbe el viento
O velho dístico que eu tinha esquecidoLa vieja copla que había olvidado
Eu nem me lembro o quanto é verdadeYa ni recuerdo cuanto hay de cierto
Nem quantas coisas eu inventeiNi cuantas cosas habré inventado

Deixe o tempo cantar para mim mais tardeDeja que luego me cante el tiempo
A velha história que perdiLa vieja historia de que he perdido
Deixe-me sonhar acordado novamenteDeja que vuelva a soñar despierto
Eu desisti há muito tempoHace ya que me di por vencido
Deixe o vento assobiar para mim mais tardeDeja que luego me silbe el viento
O velho dístico que eu tinha esquecidoLa vieja copla que había olvidado
Eu nem me lembro o quanto é verdadeYa ni recuerdo cuanto hay de cierto
Nem quantas coisas eu inventeiNi cuantas cosas habré inventado

Composição: Francisco Luque Gallardo / Javier Cordovilla Márquez. Essa informação está errada? Nos avise.
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