La Manera de Decirte
Mírame bien por si te olvidas de quién
Puso el cañón en tu sien
Vino a matarte por dentro
Y soy aquel que vive preso en la piel
De quien resiste y es fiel
Y sin buscarte te encuentro
Lo piensas, pero en parte
Temes arrepentirte
La suerte es quien reparte
Te han visto desdecirte
No pretenderás culparte
No hay deshonra en hundirte
De esto se trata este arte
Marcharte, pero no irte
Quiero saber qué viene justo después
Donde te llevan los pies
Cuando no mueven tu cuerpo
Quiero perder el miedo y permanecer
Sumido en este nudo de tiempo
De lo poquito que saqué yo en claro
Es que el destino puede ser bien duro
Que no se puede esquivar el disparo
Cuando el camino pasa por lo oscuro
Y que no sirve maldecir por nada
Que no se debe discutir el modo
Si la guerra no puede ser ganada
Vuelve a la tierra sin perderlo en todo
Vivo abrazado a tu fe (vivo abra-, vivo abra-, vivo abrazado a tu fe)
Y no es ningún misterio
Te estoy rogando en serio
Nada será lo que fue (nada se-, nada se-, nada será lo que fue)
Siguiendo tu criterio
Siguiendo tu criterio
Hoy, compañero, estoy temiendo, pero en parte
Sigo buscando la manera de decirte
Que no me queda más remedio que dejarte
Sé que es horrible, para qué voy a mentirte
Y tengo miedo solamente de pensarte
¿Cómo contarte la verdad?, no quiero herirte
Ando detrás de no dudar para olvidarte
Quiero mirarte cara a cara al despedirte
Quisiera dejarte ahí fuera
Me desespera
Pues no hay manera
Vivo abrazado a tu fe (vivo abra-, vivo abra-, vivo abrazado a tu fe)
Y no es ningún misterio
Te estoy rogando en serio
Nada será lo que fue (nada se-, nada se-, nada será lo que fue)
Siguiendo tu criterio
Siguiendo tu criterio
A Maneira de Te Dizer
Olha bem pra mim, caso você se esqueça de quem
Colocou a arma na sua cabeça
Veio pra te matar por dentro
E sou aquele que vive preso na pele
De quem resiste e é fiel
E sem te procurar, te encontro
Você pensa, mas por um lado
Tem medo de se arrepender
A sorte é quem distribui
Te viram se contradizer
Não vai querer se culpar
Não há desonra em se afundar
É disso que se trata essa arte
Sair, mas não ir embora
Quero saber o que vem logo depois
Pra onde seus pés te levam
Quando seu corpo não se move
Quero perder o medo e ficar
Afundado nesse nó de tempo
Do pouco que eu tirei claro
É que o destino pode ser bem cruel
Que não dá pra desviar do tiro
Quando o caminho passa pelo escuro
E que não adianta amaldiçoar nada
Que não se deve discutir o jeito
Se a guerra não pode ser ganha
Volta pra terra sem perder tudo
Vivo abraçado à sua fé (vivo abra-, vivo abra-, vivo abraçado à sua fé)
E não é nenhum mistério
Estou te implorando sério
Nada será como foi (nada se-, nada se-, nada será como foi)
Seguindo seu critério
Seguindo seu critério
Hoje, parceiro, estou com medo, mas por um lado
Continuo buscando a maneira de te dizer
Que não me resta mais nada além de te deixar
Sei que é horrível, pra que eu vou mentir?
E tenho medo só de te pensar
Como te contar a verdade?, não quero te machucar
Estou tentando não duvidar pra te esquecer
Quero te olhar cara a cara ao me despedir
Queria te deixar lá fora
Isso me desespera
Pois não há jeito
Vivo abraçado à sua fé (vivo abra-, vivo abra-, vivo abraçado à sua fé)
E não é nenhum mistério
Estou te implorando sério
Nada será como foi (nada se-, nada se-, nada será como foi)
Seguindo seu critério
Seguindo seu critério
Composição: Aitor Velazquez, Paco Luque