Que la Tierra Te Sea Leve (S.T.T.L.)
Dicen por ahí las malas lenguas de la plebe
Que venimos de los monos y que la tierra se mueve
Que lo bueno si es breve dos veces breve
Por lo visto han demostrado que te mojas cuando llueve
Dicen también que antes de un viernes viene un jueves
Un señor que vi en la tele vende un libro con las claves
Que el destino en ti se cebe y que la muerte te lleve
Que sabrá muy claramente en ese instante a quien te debes
Y ves que se van las nubes
Y no vienen más las nubes que se fueron
Ni tendrá nunca jamás la misma hierba que el sendero
No malgastes en dudar lo que te queda de verano
No te quedes con las ganas no esperaban de ti menos
Y ya lo sabes, siempre habrá un tonto que pruebe
Y vendrá a quemar sus naves y a dudar lo que no debe
Se atreverá a discutirle la razón a quien la lleve
Te dirá a quien conoces, te dirá con quien te mueves
Que tus males no sean graves, que la tierra te sea leve
Que esto es cosa de los dioses y otra explicación no cabe
Vives para lo que vives, te desviven niño, ya ves
Que listas que son las voces de las lenguas de la plebe
Y ves que se van las nubes
Y no vienen más las nubes que se fueron
Ni tendrá nunca jamás la misma hierba que el sendero
No malgastes en dudar lo que te queda de verano
No te quedes con las ganas no esperaban de ti menos
Y recuerda, no por bueno será sano
Y recuerda que lo sano, no por sano será bueno
Y recuerda, no por bueno será sano
Y recuerda que lo sano, no por sano será bueno
Y ves que se van las nubes
Y no vienen más las nubes que se fueron
Ni tendrá nunca jamás la misma hierba que el sendero
No malgastes en dudar lo que te queda de verano
No te quedes con las ganas no esperaban de ti menos
Y recuerda, no por bueno será sano
Y recuerda que lo sano, no por sano será bueno
Y recuerda, no por bueno será sano
Y recuerda que lo sano, no por sano será bueno
Perdóneme que no crea
En el cuento que no leo
Que me suenan a tebeo
Los inventos de los listos
Perdónenme cuando insisto
Perdonen mi verborrea
Y al que le suene ya visto
Perdonen que no les crea
Que a Terra Te Seja Leve (S.T.T.L.)
Dizem por aí as más línguas da plebe
Que viemos dos macacos e que a terra se move
Que o que é bom, se é breve, é duas vezes breve
Pelo visto, já provaram que você se molha quando chove
Dizem também que antes de um sexta-feira vem uma quinta
Um cara que vi na TV vende um livro com as chaves
Que o destino em você se crava e que a morte te leve
Que saberá muito claramente, nesse instante, a quem você deve
E vê que as nuvens vão embora
E não vêm mais as nuvens que se foram
Nem terá nunca mais a mesma grama que o caminho
Não desperdice em duvidar o que te resta do verão
Não fique com vontade, não esperavam de você menos
E já sabe, sempre haverá um idiota que tente
E virá queimar suas naves e duvidar do que não deve
Se atreverá a discutir a razão com quem a tiver
Te dirá a quem você conhece, te dirá com quem você anda
Que seus males não sejam graves, que a terra te seja leve
Que isso é coisa dos deuses e outra explicação não cabe
Você vive para o que vive, te desvivem, menino, já vê
Que espertas que são as vozes das línguas da plebe
E vê que as nuvens vão embora
E não vêm mais as nuvens que se foram
Nem terá nunca mais a mesma grama que o caminho
Não desperdice em duvidar o que te resta do verão
Não fique com vontade, não esperavam de você menos
E lembre-se, não porque é bom será saudável
E lembre-se que o saudável, não porque é saudável será bom
E lembre-se, não porque é bom será saudável
E lembre-se que o saudável, não porque é saudável será bom
E vê que as nuvens vão embora
E não vêm mais as nuvens que se foram
Nem terá nunca mais a mesma grama que o caminho
Não desperdice em duvidar o que te resta do verão
Não fique com vontade, não esperavam de você menos
E lembre-se, não porque é bom será saudável
E lembre-se que o saudável, não porque é saudável será bom
E lembre-se, não porque é bom será saudável
E lembre-se que o saudável, não porque é saudável será bom
Perdoe-me por não acreditar
Na história que não leio
Que me soa a gibi
As invenções dos espertos
Perdoem-me quando insisto
Perdoem minha verborragia
E a quem soar já visto
Perdoem-me por não acreditar