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Alma de Loca (part. Edmundo Rivero)
Horacio Salgán
Alma de Loca (part. Edmundo Rivero)
Alma de Loca (part. Edmundo Rivero)
Milongueira agitadaMilonguera bullanguera
Que vive com alma de loucaQue la vas de alma de loca
Aquela que com sua risada alegreLa que con tu risa alegre
Faz o cabaré vibrarVibrar hace el cabaret
A que leva a alegriaLa que lleva la alegría
Na risada e na bocaEn la risa y en la boca
A que sempre foi a rainhaLa que siempre fue la reina
Da farra e do prazerDe la farra y el placer
Todo mundo te conheceTodo el mundo te conoce
Por ser doida e festeiraDe alocada y jaranera
Todo mundo duvidariaTodo el mundo dudaria
Do que eu posso jurarLo que yo puedo jurar
Que te vi na outra tardeQue te he visto la otra tarde
Parada numa vitrineParada en una vidriera
Contemplando uma bonecaContemplando una muñeca
Com vontade de chorarCon deseos de llorar
Te pergunteiTe pregunté
O que tinha?¿Qué tenías?
E você respondeu, nadaY me respondiste, nada
Adivinhando ao te verAdivinando al verte
Tão abaladaTan turbada
Que era sua intençãoQue era tu intento
Ocultar a verdadeOcultarme la verdad
O sorriso que teus lábiosLa sonrisa, que tus labios
Desenhavam, ficou congeladoDibujaban, quedó helada
E uma imprevistaY una imprevista
Lágrima traiçoeiraLágrima traidora
Como uma pérolaCómo una perla
Dos teus olhosDe tus ojos
Foi rolarFue a rodar
Quem diria, milongueiraQuien diría milonguera
Você que sempre riuVos qué siempre te reíste
Você que sempre zombouVos qué siempre te burlaste
Da dor e do amorDe la pena y del amor
Iria mostrar a fraquezaIbas a mostrar la hilacha
Ficando séria e tristePoniéndote sería y triste
Diante de uma bonequinhaAnte una humilde muñeca
Modestinha e sem valorModestita y sin valor
Não se aflija, milonguitaNo te afligas milonguita
Eu guardarei o segredoYo te guardaré el secreto
Por mim, ninguém saberáPor mí nunca sabrá nadie
Que você parou de rirQue has dejado de reír
Mas não olhe maisMás no vuelvas a mirar
Para a pobre bonequinhaA la pobre muñequita
Que te lembra os diasQue te recuerda los días
Que você não poderá viverQue ya no podrás vivir
Ria sempre, milongueiraRíe siempre milonguera
Agitada e levianaBullanguera casquivana
Pra que você quer amargarPara qué quieres amargar
Sua vidaTu vida
Pensando em coisasPensando en cosas
Que não podem serQue no pueden ser
Cobre um véu sobre seu passadoCorre un velo a tu pasado
Seja milonga, seja mundanaSé milonga, sé mundana
Para que assimPará que así
Os homens não descubramLos hombres no descubran
Suas amargurasTus amarguras
Suas ternuras de mulherTus ternuras de mujer



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