Tradução gerada automaticamente
Sobre El Pucho (part. Edmundo Rivero)
Horacio Salgán
Sobre o Pucho (part. Edmundo Rivero)
Sobre El Pucho (part. Edmundo Rivero)
Um beco em PompeiaUn callejón en Pompeya
E um lampiãoY un farolito
Refletindo a lamaPlateando el fango
E ali um malandro que fumaY allí un malevo que fuma
E um organito tocando um tangoY un organito moliendo un tango
E ao som daquela milongaY al son de aquella milonga
Mais que sua vida mambembeMás que su vida mistonga
Meditando aquele malandro, lembrouMeditando aquel malevo, recordó
A canção da sua dorLa canción de su dolor
Tango queridoTango querido
Que já pra sempre passouQue ya pa' siempre pasó
Como um cigarro consumiuCómo pucho consumió
As delícias da minha vidaLas delicias de mi vida
Que hoje cinzas, só sãoQue hoy cenizas, solo son
Tango queridoTango querido
Que já pra sempre caiuQue ya pa' siempre cayó
Quem então me diriaQuien entonces me diría
Que você levariaQue vos te llevarías
Minha única ilusãoMi única ilusión
Eu sou aquele que em CorralesYo soy aquel que en Corrales
Os carnavais dos meus amoresLos carnavales de mis amores
Fez humilhar suas belezasHizo humillar tus bellezas
Com as lindezas dos seus primoresCon las lindezas de sus primores
Mas você, louca inconstânciaPero tú inconstancia loca
Me arrancou da sua bocaMe arrebató de tu boca
Como um cigarro que se jogaCómo pucho que se tira
Quando jáCuando yá
Não dá sabor, nem aromaNo sabor, ni aroma dá



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