Subdued Voices
A deathly hush reigns as I walk the streets
A total absence of outise noise pollution
Only seeming quiet places, I'm speechless
Illusory silent
My trembling voice inside echoes like a creeping sound drowned into the abyss
Fighting against my stillness to resurface
Fixed stare on darkness of a statonary world
Reduced to a silent and eerie contemplation
Nothing emerging from dust
I can't breathe a single world
And call this bloody shambles a bloody shambles
Desolation, devastation before my very eyes
I can't break the silence and come out of my muted shell
I'm wandering the streets like a lost soul
I'm assailed with inner coises invade me and deafen me
Millions of voices resound in my hollow body
Resonant memories of my humanity
Despairing, popular songs
Sirens hymns emerging from dark
What is that sound bursting out of myself
A life instinct taking flight in the air
Endless moans escaping from me
Brutal and deafening like the cry of a newborn dead
But who are those hooded hordes scremming over and over inside my head
I can't get rid of this cacophony
I'm wandering the streets like lost soul
I'm assailed with inner noises of the ancient world
Intermingling sounds emerging in the depths of my being
Millions of voices resoning in my hollow body
Resonant memories of my humanity
Desparing, popular songs
Sirens bemoaning in my ears
I can hear all these screams in my head
Subdued voices deafening me, deafening me
Vozes Silenciadas
Um silêncio mortal reina enquanto caminho pelas ruas
Uma total ausência de poluição sonora externa
Apenas lugares que parecem calmos, estou sem palavras
Silêncio ilusório
Minha voz trêmula dentro ecoa como um som rastejante afogado no abismo
Lutando contra minha imobilidade para ressurgir
Olhar fixo na escuridão de um mundo parado
Reduzido a uma contemplação silenciosa e estranha
Nada emergindo da poeira
Não consigo respirar uma única palavra
E chamar essa bagunça sangrenta de uma bagunça sangrenta
Desolação, devastação diante dos meus olhos
Não consigo quebrar o silêncio e sair da minha concha silenciosa
Estou vagando pelas ruas como uma alma perdida
Sou assediado por vozes internas que me invadem e me ensurdecem
Milhões de vozes ressoam em meu corpo oco
Memórias ressonantes da minha humanidade
Desesperadas, canções populares
Hinos de sereias emergindo das trevas
Que som é esse explodindo de mim mesmo
Um instinto de vida tomando voo no ar
Gemidos sem fim escapando de mim
Brutais e ensurdecedores como o choro de um recém-nascido morto
Mas quem são essas hordas encapuzadas gritando repetidamente dentro da minha cabeça
Não consigo me livrar dessa cacofonia
Estou vagando pelas ruas como uma alma perdida
Sou assediado por ruídos internos do mundo antigo
Sons entrelaçados emergindo nas profundezas do meu ser
Milhões de vozes ressoando em meu corpo oco
Memórias ressonantes da minha humanidade
Desesperadas, canções populares
Sereias lamentando em meus ouvidos
Consigo ouvir todos esses gritos na minha cabeça
Vozes silenciadas me ensurdecendo, me ensurdecendo