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A Demência Usa uma Coroa de Louros

Hordes Of Yore

Dementia Wears a Laurel Crown

Bright as the Sun in the Heavens
Thus shone Rome in her Prime
From Iberia to Hellás
Rules an Emperor Divine
Celtic Gauls, once Proud brittons
All Bend knee 'ere the throne
Wherein rules [the] Holy Genius
Praised in the Emperor of Rome

Yet a looming whisp of a cloud
Shrouds this Empire's noon
Soon this genius begat such insanity
Augury of its Doom
Here a man sings ill verse to a crowd
After burning their homes
There some other heeds solemn advice
From his favorite horse

Black as a Moonless Welkin
Was this Empire's Heart
Legions Raze the lands of the East
Tearing kingdoms apart
Babylon, Alexandria
Once proud realms of their own
Now their heads bow in Homage
To Rome's Laureled Crown

Yet a looming whisp of a cloud
Shrouds this Empire's noon
Soon this genius begat such insanity
Augury of its Doom
One in skins would parade as if Hercules
Came to Earth in his form
Yet another turned fools into martyrs
By the deeds of his scorn

Almighty enthroned madmen
Revered as gods made flesh
Brought Rome's splendor to the ground
Its name in foul deeds meshed

Treachery and war
Corrode Rome from inside
The Once spire of the world
Now sinks deep in the mire
Men seen as Gods
In their madness take toll:
A nation's own soul
Burning high in a pyre

The Once spire of the world
Now sinks deep in the mire

An Empire tumbles down
As Dementia Wears a Laurel Crown

Dead as the cultures they trampled
was this Empire's soul
New blood tainted with folly
(Long since gone was the old)
Now the eagles are fodder
Upon which wolves predate
Doomed [and] bereft of it's glory
ROME WILL FADE!

A Demência Usa uma Coroa de Louros

Brilhante como o Sol nos Céus
Assim brilhava Roma em seu auge
Da Ibéria até Hellás
Rege um Imperador Divino
Gauleses celtas, outrora orgulhosos britânicos
Todos se curvam diante do trono
Onde reina o Santo Gênio
Louvado no Imperador de Roma

Mas uma nuvem sombria se aproxima
Encobre o meio-dia deste Império
Logo esse gênio gerou tal insanidade
Presságio de sua Ruína
Aqui um homem canta versos ruins para uma multidão
Depois de queimar suas casas
Lá, outro ouve conselhos solenes
De seu cavalo favorito

Negro como um Céu sem Lua
Era o Coração deste Império
Legiões devastam as terras do Leste
Destruindo reinos inteiros
Babilônia, Alexandria
Uma vez reinos orgulhosos
Agora suas cabeças se curvam em Homenagem
À Coroa de Louros de Roma

Mas uma nuvem sombria se aproxima
Encobre o meio-dia deste Império
Logo esse gênio gerou tal insanidade
Presságio de sua Ruína
Um em peles se exibe como se Hércules
Tivesse vindo à Terra em sua forma
Enquanto outro transformou tolos em mártires
Pelos atos de seu desprezo

Todo-poderosos loucos entronizados
Reverenciados como deuses feitos carne
Trouxeram o esplendor de Roma ao chão
Seu nome em atos imundos entrelaçado

Traição e guerra
Corroem Roma por dentro
A antiga ponta do mundo
Agora afunda na lama
Homens vistos como Deuses
Em sua loucura cobram o preço:
A própria alma de uma nação
Ardendo alto em uma pira

A antiga ponta do mundo
Agora afunda na lama

Um Império desmorona
Enquanto a Demência Usa uma Coroa de Louros

Mortas como as culturas que pisotearam
Era a alma deste Império
Novo sangue manchado de tolice
(Desde muito tempo se foi o antigo)
Agora as águias são presa
Sobre as quais os lobos se alimentam
Condenado e desprovido de sua glória
ROMA VAI DESAPARECER!