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Mortes de Primavera

Hortus Animae

Springtime Deaths

refreshing winds from distant skies, a dying love from distant eyes. Another cruelty brought to me. And again a flower born and
before it withers wind's whispers are blowing it away... falling leaves from trees that died, a growing sadness becoming mine, but
it's not time for leaves to fall and it's not time for dying at all... Clouds are sick of being dark, when sorrows must follow the
last rain drops, but stay... is lone the path to walk among the green, as with melancholy of the grey something faded away, but
melancholy remained... i cannot... regret... In springtime the grey has the due to fade away but the days come grey again, with the
season of grief in bloom cause in springtime the deaths are two.

Mortes de Primavera

ventos refrescantes de céus distantes, um amor morrendo de olhos distantes. Outra crueldade trazida a mim. E novamente uma flor nasce e
antes de murchar, os sussurros do vento a levam embora... folhas caindo de árvores que morreram, uma tristeza crescente se tornando minha, mas
não é hora de folhas caírem e não é hora de morrer de jeito nenhum... Nuvens estão cansadas de serem escuras, quando as tristezas devem seguir as
últimas gotas de chuva, mas fique... é solitário o caminho a percorrer entre o verde, enquanto com a melancolia do cinza algo se desfez, mas
a melancolia permaneceu... eu não posso... me arrepender... Na primavera, o cinza deve desaparecer, mas os dias voltam a ser cinzentos, com a
estações de luto em flor, porque na primavera as mortes são duas.

Composição: Hortus Animae / Martyr Lucifer