Sorriso do Caos – Ryomen Sukuna

Hoss Final

Ei, sangue no chão
Eles chamavam de humano, eu nunca fui, não
Quatro braços, duas faces, uma maldição
Eu não caí, eu virei lenda
Na destruição

Eu fui o medo antes do nome existir
Feiticeiros rezavam só pra não me ver surgir
Não tem moral, não tem herói pra me impedir
Eu sou o caos que vocês nunca vão banir
Corpo no chão, isso é rotina
Dor pra vocês, pra mim é dopamina
Olha nos olhos, sente a ruína
Eu não sou rei, eu sou a própria chacina

Orgulhoso, eu diria, acima disso
Arrogante, eu nunca pedi teu juízo
Se o mundo é fraco, eu só piso e faço da tua esperança meu aviso
Selaram meus dedos achando que era o fim
Mas mal sabiam, eu ainda estou aqui
Mil anos passam, mas eu não sumi
Só esperando alguém me consumir

Eu voltei
No corpo errado, mas com o mesmo ódio
Rei das maldições, eu não perco o trono
Se é pra matar, então me dá o controle
Eu dominei
Alma por alma, eu quebro o mundo
Se é desespero, eu vou mais fundo
Vocês são fracos, eu sou absurdo

Um dia achou que tinha escolha? Que piada
Dividindo corpo com a morte encarnada
Eu tô sorrindo enquanto o mundo desaba
Cada segundo, sua mente é esmagada
Mas eu esperei, paciente, calculista
Vi potencial onde ninguém mais via
Megumi, você virou minha conquista
Dez sombras, agora é a minha pista

Roda
Evoluí, virei o impossível
Cada golpe meu é irreversível
Vocês tentam, mas é inútil
Eu sou o fim, inevitável, invencível

Chamaram mais forte pra me parar
Mas até o infinito pode quebrar
Olho no olho, eu vi ele sangrar
E no silêncio, eu fiz o mundo parar
Eu venci
Até o mais forte caiu no chão
Quebrou o limite da própria razão
Eu sou o topo da destruição

Eu dominei, cada esperança virou pó
Cada herói virou só
Mais um corpo sem voz
Mas algo mudou, um olhar diferente
Ele não foge, ele enfrenta de frente

Yuji você ainda insiste
Mesmo sabendo que nunca existe
Vitória contra algo assim
Ou você é louco, ou é pior que eu
Enfim
Agora eu sinto algo quebrando
Não é meu corpo, é o mundo mudando
Eles estão juntos, me pressionando
Mas eu ainda tô aqui, dominando
Eu nunca pedi redenção, nunca senti compaixão
Se esse é o fim, então vem
Eu morro sendo o que eu sempre fui: Maldição

Eu, eu, eu não caí
Eu só lutei até o último instante
E mesmo cercado, segui arrogante
Rei até o fim, imponente
Eu não mudei, sem arrependimento ou perdão
Morri sozinho na escuridão
Mas como o rei da maldição

Eles venceram, mas não entenderam
O medo nunca morre
Ele só espera
Espera


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