Old Quebec
Les feuilles dans gré du vent, un balais doré sous le firmement
Les pavés humides chuchotent doucement
Je marche là où nos postes se croisèrent souvent
Oh vieux Québec
Gardien des jours passés
Tes rues, tes places, tes portes
Témoins de nos baisés
Sous les cloches des églises, nos âmes
Sans la selle l'amour grave dans la pierre
Jamais effacé
Les lampadaires allument des souvenirs
Leur lumière douce peint au désirs
Les vitrines anciennes miroirs du passé reflètent l'éclat de ce qu'on était
Les saisons passent mais toi tu restes éternel
Témoin de nos gestes
Oh vieux Québec
Gardien des jours passés
Tes rues, tes places, tes portes
Témoins de nos baisés
Sous les cloches des églises, nos âmes
Sans lasser l'amour grave dans la pierre
Jamais effacé
Et si l'automne revient, nous aussi peut-être comme une promesse que rien ne peut démettre
Les pavés nous attendent, les cloches raisonnent
L'histoire reprend sous les feuilles qui frissonnent
Oh vieux Québec
Gardien des jours passés
Tes rues, tes places, tes portes
Témoins de nos baisés
Sous les cloches des églises, nos âmes sans lasser
L'amour gravé dans la pierre
Jamais effacé
Velho Quebec
As folhas dançam com o vento, uma vassoura dourada sob o céu
Os paralelepípedos molhados sussurram suavemente
Eu caminho onde nossas cartas se cruzaram muitas vezes
Oh velho Quebec
Guardião dos dias passados
Suas ruas, suas praças, suas portas
Testemunhas dos nossos beijos
Sob os sinos das igrejas, nossas almas
Sem cansaço, o amor gravado na pedra
Jamais apagado
Os lampiões acendem memórias
Sua luz suave pinta os desejos
As vitrines antigas, espelhos do passado, refletem o brilho do que éramos
As estações passam, mas você permanece eterno
Testemunha dos nossos gestos
Oh velho Quebec
Guardião dos dias passados
Suas ruas, suas praças, suas portas
Testemunhas dos nossos beijos
Sob os sinos das igrejas, nossas almas
Sem cansaço, o amor gravado na pedra
Jamais apagado
E se o outono voltar, nós também talvez, como uma promessa que nada pode quebrar
Os paralelepípedos nos esperam, os sinos ressoam
A história recomeça sob as folhas que tremem
Oh velho Quebec
Guardião dos dias passados
Suas ruas, suas praças, suas portas
Testemunhas dos nossos beijos
Sob os sinos das igrejas, nossas almas sem cansaço
O amor gravado na pedra
Jamais apagado