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Minhas 100 Últimas Manhãs

Huecco

Mis 100 últimas Mañanas

He venido a enterrarte
con mi pala de saliva,
a escupirte la amargura
que escondí en el ataúd.
En la caja de mis muertos, de mis sentiminetos muertos, de los desamores perros
que ladran al cielo azul.
Cielo gris como ceniza,
no me mates que ahora matan
el brillo de tu sonrisa
que guardaba en un baúl.
Allí busqué tu recuerdo, cualquier pensamiento cuerdo
que me ahogue esta locura
que me impide ver la luz.

Estribillo:
Y mataste mis cien últimas mañanas
Cada día que despertaba yo volvía a masticar
tierra seca que caía
como el plomo de tu olvido.
Cucarachas he comido desde el día del altar.

Y quizá no fui tu tipo
pero existe otra moneda
con las que pagar los versos
que me robaste con glamour.
Alebosa y a destiempo
con tus arsénicos besos
que envenenaron mi cuerpo
y me quitaron la salud.

Estribillo:
Y mataste mis cien últimas mañanas.
Cada día que despertaba yo volvía a masticar
tierra seca que caía
como el plomo de tu olvido.
Cucarachas he comido desde el día del altar.

Negocié con la cazaya
otras cien noches oscuras.
Y busqué en faldas paradas otra joya como tú.
Saqué a cenar mi ruina
entre jazmines y biancas
con las que empaché a mi astío como a un sucio ataúd.

Estribillo:
Y mataste mis cien últimas mañanas.
Cada día que despertaba yo volvía a masticar
tierra seca que caía
como el plomo de tu olvido.
Cucarachas he comido
desde el día del altar.

He besado, ya por fin esta mañana
los labios de la venganza cuando volviste a llamar.
Las arenas movedizas
te llegan por el ombligo.
Pagarás con un castigo
lo que me hiciste pasar.
Las arenas movedizas
te llegan por el ombligo.
Pagarás con un castigo lo que me hiciste pasar.

"Ciao bambina"..."dolce amore mio"..."arrivederci"...

Minhas 100 Últimas Manhãs

Eu vim te enterrar
com minha pá de saliva,
a cuspir a amargura
que escondi no caixão.
Na caixa dos meus mortos, dos meus sentimentos mortos, dos desamores caninos
que latem para o céu azul.
Céu cinza como cinzas,
não me mate, que agora matam
a luz do seu sorriso
que guardei em um baú.
Lá busquei sua lembrança, qualquer pensamento são
que me afogue essa loucura
que me impede de ver a luz.

Refrão:
E você matou minhas cem últimas manhãs.
Cada dia que eu acordava, eu voltava a mastigar
tierra seca que caía
como o chumbo do seu esquecimento.
Cucarachas eu comi desde o dia do altar.

E talvez eu não fosse seu tipo,
mas existe outra moeda
com a qual pagar os versos
que você me roubou com glamour.
Alebosa e fora de hora
com seus beijos arsenicais
que envenenaram meu corpo
e me tiraram a saúde.

Refrão:
E você matou minhas cem últimas manhãs.
Cada dia que eu acordava, eu voltava a mastigar
tierra seca que caía
como o chumbo do seu esquecimento.
Cucarachas eu comi desde o dia do altar.

Negociei com a caçadora
outras cem noites escuras.
E busquei em saias paradas outra joia como você.
Levei minha ruína para jantar
entre jasmim e brancas
com as quais empachei meu tédio como a um caixão sujo.

Refrão:
E você matou minhas cem últimas manhãs.
Cada dia que eu acordava, eu voltava a mastigar
tierra seca que caía
como o chumbo do seu esquecimento.
Cucarachas eu comi
desde o dia do altar.

Eu beijei, já por fim esta manhã
os lábios da vingança quando você voltou a chamar.
As areias movediças
te alcançam pelo umbigo.
Você pagará com um castigo
o que me fez passar.
As areias movediças
te alcançam pelo umbigo.
Você pagará com um castigo o que me fez passar.

"Ciao bambina"..."doce amor meu"..."arrivederci"...

Composição: Huecco