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Crónica de Um Dia

Hugo Maia de Loureiro

Letra

    É nos olhos que desponta o dia
    É nas mãos que abres a manhã
    Dantes nas veias corriam
    Noites sem ninguém

    É diferente o novo dia
    Que o teu corpo tem
    Abraçado ao Sol
    Que traz manhã

    Nos cabelos alonga-se o dia
    É de luz que a tua boca arde
    Dantes as mãos eram frias

    Fabricavam tartes
    Hoje inventas outras horas
    Onde já não esperas
    Pelo Sol que guardas e demoras

    Pela crónica de um dia
    Vens dizer amanhecer
    Não há noite de alegria
    Dia triste que morreu
    Tardes que trespasso

    Descansando em teus cansaços
    Tardes que trespasso
    Descansando em teus cansaços
    É no corpo que acaba o dia

    É na pele que morre o frio da rua
    Dantes as mãos eram frias
    Abraçadas às artes
    Hoje a noite era aquecida

    Nas palavras mágoa
    Que nos lembram amanhã o dia
    Pela crónica de um dia
    Vens dizer amanhecer
    Não há noite de alegria

    Dia triste que morreu
    Tardes que trespasso
    Descansando em teus cansaços
    Pela crónica de um dia

    Vens dizer amanhecer
    Não há noite de alegria
    Dia triste que morreu
    Tardes que trespasso
    Descansando em teus cansaços

    Composição: Fernando Guerra. Essa informação está errada? Nos avise.

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