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Austeridade / Menina Um

The Human League

Austerity / Girl One

In the town
The start of day
The father thinks in sadness
On why his daughters went away
On youth and other madness

I know we don't choose who we love
And malice is so human
When your principle's no good
It's time to find a new one
I was brought up to believe
That to avoid disaster
In life as in your dreams
You've got to be the monster
When you've done your very best
When things turn out unpleasant
When the best of men take bribes
Isn't it the fool who doesn't?

In the town
By the house
The journalist is waiting
And near this place
There is a space
A subject contemplating

You've got your keys to get back in
You've washed your face so you can smile
You've got your pockets full of lending cash
Your ticket to the ladies mile
You brush away a flake of zinc
Advance toward the street outside
You close your mind so you can't think
The hide, the ride, the tide
But the scenes come rushing in
Like eels into your net
And it's just like Joseph said
Another walk you can't forget
But you push into the bleak
Where all the women walk in fear
Another three-word phrase
The near, the clear, the dear

You're a lonely little girl
Who just wants to please her dad
So you thought you'd be a nurse
Just like your mother had
But you make the patients worse
And the doctors know you're bad
(Better get back to the oracle)

The oracle in this case
Is a message on your phone
It says where you go
Gravity has gone
You know this is true
But you want to speak of love
Prediction and ambiguity
Go hand in glove

The oracle in this case
Is a face on your wall
It says where you go
People will fall

And near this place
There is a space
A subject contemplating
And in the town
The sun goes down
No-one investigating

Austeridade / Menina Um

Na cidade
O começo do dia
O pai pensa triste
Por que suas filhas se foram
Sobre a juventude e outras loucuras

Eu sei que não escolhemos quem amamos
E a malícia é tão humana
Quando seu princípio não vale nada
É hora de encontrar um novo
Fui ensinado a acreditar
Que para evitar desastres
Na vida como nos seus sonhos
Você tem que ser o monstro
Quando você fez o seu melhor
Quando as coisas ficam desagradáveis
Quando os melhores homens aceitam subornos
Não é o tolo que não aceita?

Na cidade
Perto da casa
O jornalista está esperando
E perto desse lugar
Há um espaço
Um sujeito contemplando

Você tem suas chaves para entrar de novo
Você lavou o rosto pra poder sorrir
Suas bolsas estão cheias de grana emprestada
Seu ingresso para a milha das mulheres
Você tira um floco de zinco
Avança em direção à rua lá fora
Você fecha sua mente pra não pensar
A pele, a carona, a maré
Mas as cenas vêm correndo
Como enguias na sua rede
E é exatamente como José disse
Outra caminhada que você não pode esquecer
Mas você se empurra para o sombrio
Onde todas as mulheres andam com medo
Outra frase de três palavras
O perto, o claro, o querido

Você é uma garotinha solitária
Que só quer agradar o pai
Então você achou que seria enfermeira
Como sua mãe foi
Mas você piora os pacientes
E os médicos sabem que você é ruim
(É melhor voltar para o oráculo)

O oráculo neste caso
É uma mensagem no seu celular
Diz onde você vai
A gravidade se foi
Você sabe que isso é verdade
Mas você quer falar de amor
Previsão e ambiguidade
Andam de mãos dadas

O oráculo neste caso
É um rosto na sua parede
Diz onde você vai
As pessoas vão cair

E perto desse lugar
Há um espaço
Um sujeito contemplando
E na cidade
O sol se põe
Ninguém investigando

Composição: Ian Craig Marsh / Philip Oakey