Channelling The Spirit Of Warfare
Rise! Devil great beast from the depths
Alas! The time has come to fulfil the oath
Nation after nation like wolves prowl for death
Their white fangs shall pierce naked throats
The hills of the Krim
Screams shall fade
Into Deaths cold grin
Charge the light brigade
(Chorus)
A channeling of the spirit of warfare is nigh
The strike leaves only a secret of the scythe
The Devils own game for lords and sires
The mighty shall always dominate the meek
For the will of the strong is the law of the weak
A constant claim for absolute power
Violence is ever the greatest virtue of man
No Dogma more divine, no doctrine more immortal
Resistance is futile and your price from her hand
Are broken bones and a hacked open soul!
Twin thunderbolts
On a black uniform
Against social revolts
And a nation scorn
A dying soldier gasps for air
As his soul leaves his body
His mind drifts away as his eyes go blank
All that remains is a cold dead stare
Once so full of life and spirit
Now he has joined the netherworlds
And their innumerable ranks
The battlefield lies still
In the dead of the night
As a murder of ravens
pluck the carcasses eyes
An Asylum of il-will
For those weary of life
A night crawlers haven
For every twisted vibe
Visions will fade and dreams will be forgotten
Idols will break and ideals will crumble
Empires will rise and fade to shadow and dust
Strength will emerge and conquer again and again
In democracy's name
The false must learn
The jungle In flames
As the napalm burns
Canalizando o Espírito da Guerra
Levante-se! Grande besta do diabo das profundezas
Ai! Chegou a hora de cumprir o juramento
Nação após nação, como lobos, espreitam pela morte
Suas presas brancas vão perfurar gargantas nuas
As colinas da Crimeia
Gritos vão se apagar
No sorriso frio da Morte
Ataca a brigada da luz
(Refrão)
Um canalizando do espírito da guerra está próximo
O golpe deixa apenas um segredo da foice
O próprio jogo do Diabo para senhores e nobres
Os poderosos sempre dominarão os fracos
Pois a vontade dos fortes é a lei dos fracos
Uma constante busca por poder absoluto
A violência é sempre a maior virtude do homem
Nenhum dogma mais divino, nenhuma doutrina mais imortal
A resistência é inútil e seu preço nas mãos dela
São ossos quebrados e uma alma aberta à força!
Dois relâmpagos
Em um uniforme negro
Contra revoltas sociais
E uma nação desprezada
Um soldado moribundo ofega por ar
Enquanto sua alma deixa seu corpo
Sua mente se perde enquanto seus olhos se esvaziam
Tudo que resta é um olhar frio e morto
Uma vez tão cheio de vida e espírito
Agora ele se juntou aos mundos inferiores
E suas inúmeras fileiras
O campo de batalha permanece parado
No silêncio da noite
Enquanto um bando de corvos
Arranca os olhos das carcaças
Um Asilo de má vontade
Para aqueles cansados da vida
Um refúgio para rastejantes noturnos
Para cada vibração distorcida
Visões vão se apagar e sonhos serão esquecidos
Ídolos vão quebrar e ideais vão desmoronar
Impérios vão surgir e se desvanecer em sombra e poeira
A força vai emergir e conquistar repetidamente
Em nome da democracia
Os falsos devem aprender
A selva em chamas
Enquanto o napalm queima