Cuarto del Alba
Hypno5e
Quarto da Aurora
Cuarto del Alba
A noite já começaYa empieza la noche
Com suas pinturas de LuaCon sus pinturas de Luna
Nas minhas veias, o rio da sua memóriaEn mis venas, el río de tu memoria
Lentamente se une, e os homens distantesLentamente, se desposa, y los lejanos hombres
Com seus lábios de folhas mortasCon sus labios de hojas muertas
No quarto da auroraEn el cuarto del alba
No quarto da auroraEn el cuarto del alba
Você não demoraráNo demorarás
Você não demoraráNo demorarás
JamaisJamás
Lentamente se une, e os homens distantesLentamente, se desposa, y los lejanos hombres
Com seus lábios de folhas mortasCon sus labios de hojas muertas
No quarto da auroraEn el cuarto del alba
No quarto da auroraEn el cuarto del alba
Você não me queimaráNo me quemarás
Você não me queimaráNo me quemarás
JamaisJamás
Você não me esqueceráNo me olvidarás
Você não me esqueceráNo me olvidarás
JamaisJamás
Sob minha sombraBajo mi sombra
O fogo da auroraEl fuego del alba
A cinzaLa ceniza
No quarto da almaEn el cuarto del alma
Aquelas sombras distantes que chamarão meu nomeEsas sombras, lejanas, que llamarán mi nombre
Que chamarão meu nomeQue llamarán mi nombre
O Sol ficou abaixoEl Sol quedó abajo
Procurando os esquecidos na noite da auroraBuscando los olvidados en la noche del alba
Que chamarão meu nomeQue llamarán mi nombre
Que chamarão meu nomeQue llamarán mi nombre
O Sol ficou abaixoEl Sol quedó abajo
Procurando os esquecidosBuscando los olvidados
Que chamarão meu nomeQue llamarán mi nombre
Que chamarão meu nomeQue llamarán mi nombre
O Sol ficou abaixoEl Sol quedó abajo
Procurando os esquecidosBuscando los olvidados
Na porta da auroraEn la puerta del alba
O menor estalo, você explicava com um sorrisoLe moindre craquement, tu l'expliquais d'un sourire
Como se sempre tivesse sabido quando o assoalho iria falarComme si tu avais su depuis toujours quand le plancher parlerait
E ele, ouvindo você, se acalmavaEt lui, t'écoutant, s'apaisait
Que poder tão delicado você tinha, apenas ao se levantarQuel tendre pouvoir tu avais, rien qu'en te levant
Seu destino se escondia atrás do armário, seu futuro, inquietoSon destin se sauvait derrière l'armoire, son avenir, inquiet
Escorria em um leve movimento da cortinaSe coulait dans un léger mouvement du rideau
E ele próprio, aliviado, deitado sob a vigília da sua forma leveEt lui-même, allégé, étendu sous la veillée de ta forme légère
No limiar do sono, liberto das suavidadesAu seuil du sommeil, délivré des douceurs
Parecia protegido, mas por dentro, quem permanecia acordado?Il semblait protégé, mais dedans, qui veillait?
Quem continha, dentro de si, as correntes da origem?Qui endiguait au-dedans les flots de l'origine?



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