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Massificação

Iacobus Blasco

Na trama central a humanidade vagueia
Criação tortuosa, é a massificação
Nossos instintos, sempre nos dominam
Uma calamidade inata, sem evolução

Somos a aberração que a natureza lamenta
Caminhando sobre a Terra, sem sentido ou razão
Nossos corações são pedras, nossas almas cinzas
A raça humana, uma tragédia em expansão

Olhamos para o interior, buscando respostas
Mas encontramos vazios e desilusão
Nossos impulsos nos levam à destruição
E a evolução se arrepende de nossa concepção

Somos a aberração que a natureza lamenta
Caminhando sobre a Terra, sem sentido ou razão
Nossos corações são pedras, nossas almas cinzas
A raça humana, uma tragédia em expansão

Nossas guerras, nossos preconceitos, nossa ganância
Tudo isso nos consome, sem purificação
E enquanto dançamos no abismo, sem esperança
A evolução chora nossa existência em vão

Somos a aberração que a natureza lamenta
Caminhando sobre a Terra, sem sentido ou razão
Nossos corações são pedras, nossas almas cinzas
A raça humana, uma tragédia em expansão

Mas talvez, nessa escuridão, possamos mudar
Encontrar a redenção que nos foi negada
Ainda há tempo para transformar nossa sina
E escapar da calamidade que nos aprisiona

Aberração nefasta, somos nós
A evolução em lamento, a tragédia em curso
Que nossa música ecoe como um grito de esperança
Enquanto dançamos na beira do abismo obscuro


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