Rapids
Vagrant suspicious and quite out of breath
Stumbles into a town where the people wear frowns,
Picks up a paper, the pages are blank,
They say "No news today, no more writers around",
What price hope over adversity,
Cause to applaud this perversity,
I'm still deaf from the hydroplanes,
Blessed with a cynical gaze...
No words in our own defence,
Independence our recompense,
Fate casting a finer line,
To pity or to pay.
These rapids we're rolling on,
Seem calm when they're good and gone,
Love, as good as the house it warms,
A million miles between us,
Still we're heading the same way...
I sing this song with my tongue in my cheek,
For the jilted, the jaundiced, the angry young men,
Who somehoe believe that the status quo changes
With juvenile slogans in downmarket rags.
What price hope over adversity,
Cause to applaud this perversity,
I'm still deaf from the hydroplanes,
Blessed with a cynical gaze...
Rápidos
Vagabundo suspeito e sem fôlego
Tropeça numa cidade onde as pessoas estão carrancudas,
Pega um jornal, as páginas estão em branco,
Dizem "Sem notícias hoje, não há mais escritores por aqui",
Qual o preço da esperança diante da adversidade,
Pra aplaudir essa perversidade,
Ainda estou surdo dos hidroplanos,
Abençoado com um olhar cínico...
Sem palavras em nossa defesa,
Independência é nossa recompensa,
O destino lançando uma linha mais fina,
Pra ter pena ou pagar.
Esses rápidos em que estamos rolando,
Parecem calmos quando já se foram,
O amor, tão bom quanto a casa que aquece,
Um milhão de milhas entre nós,
Ainda estamos indo na mesma direção...
Canto essa canção com a língua na bochecha,
Para os traídos, os amargurados, os jovens revoltados,
Que de alguma forma acreditam que o status quo muda
Com slogans juvenis em trapos de baixo custo.
Qual o preço da esperança diante da adversidade,
Pra aplaudir essa perversidade,
Ainda estou surdo dos hidroplanos,
Abençoado com um olhar cínico...